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Delegado se equivocou ao divulgar velocidade de 30 km/h, diz sindicalista

Uma nova perícia será feita, com base nas imagens de câmeras, para descobrir a velocidade do veículo

Marcio Camilo
Redação

Ilustrativa

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O presidente do Sindicato dos Peritos Oficiais de Mato Grosso, Antônio Magalhães, disse que o delegado Christian Alessandro Cabral, da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), se precipitou ao falar na imprensa que o laudo feito pela Politec apontava que o carro da médica Letícia Bortolini, que atropelou e matou o verdureiro, Lúcio Maia, na Miguel Sutil, estava a 30 km/h.

Antônio confirmou que existia essa velocidade no laudo, mas explicou que os 30 km/h se tratava de um cálculo de fração e não a velocidade real do veículo, que segundo a Polítec, é inclusiva, devido à falta de vestígio no local do acidente. Um dos quesitos por exemplo, que dificultou o cálculo final da velocidade, foi a falta de frenagem no asfalto.

Segundo o perito, o próximo passo de análise da Politec serão as câmaras de vigilância que registraram o acidente na Miguel Sutil. Antônio acredita que as imagens apontarão pelo menos uma velocidade aproximada do veículo no momento em que ele atinge o verdureiro.

Antônio comentou sobre a polêmica na manhã desta quarta-feira (13), durante entrevista ao programa Chamada Geral, da rádio Mega FM.

O acidente

O verdureiro foi atropelado pela médica Bortolini no dia 14 de abril. Na oportunidade, o marido dela, o também médico Aritony de Alencar estava como carona.

O fato gerou muita repercussão social, principalmente porque os médicos não prestaram socorro à vítima, que veio falecer no local.

A médica chegou a ter a prisão preventiva decretada, mas ela foi revogada por causa de um habeas corpus. A defesa da médica alegou que ela não poderia ficar em cárcere, pois tem um filho de 1 ano de idade para amamentar.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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