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O presidente e o saco de maldades

Após um ano e meio de Governo, o peemedebista Michel Temer, na verdade, tornou-se uma margem de erro

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Michel Temer (PMDB) é o presidente mais impopular da história do Brasil. Após um ano e meio de governo, o Ilegítimo tornou-se uma margem de erro.

Apenas 3% da população aprova o pemedebista, enquanto 97% o rejeita.

Esse prodígio de rejeição deve-se a três fatores: a ascensão de Temer ao cargo sem voto popular, as práticas de corrupção dele e de seus ministros e o programa regressivo, impopular e antinacional que eles estão implementando.

O Brasil não suporta mais o Governo Temer. Entretanto, o presidente conseguiu escapar de duas investigações criminais por corrupção no exercício do mandato, cujas denúncias com provas robustas foram apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), mas rejeitadas pela Câmara dos Deputados.

Em votação no plenário da Câmara, no mês de agosto, Temer escapou de ser afastado do cargo e investigado por corrupção passiva por 263 x 227.

A PGR havia denunciado o ilegítimo por ter pedido ao dono da JBS, Joesley Batista, R$ 480 milhões que seriam entregues ao presidente por intermédio de seu ex-assessor, Rocha Loures.

A primeira parcela do pagamento, no valor de R$ 500 mil por semana, foi entregue em uma mala a Rocha Loures, por um funcionário da JBS.

A ação foi filmada pela Polícia Federal e Loures foi preso com a mala de dinheiro.

No dia 19 de outubro, a Casa de Leis rejeitou a segunda denúncia contra Temer por um placar de 251 a 233.

Dessa vez, a acusação da PGR era de Formação de Quadrilha envolvendo Temer, Moreira Franco (ministro da Secretaria Geral da Presidência), Elizeu Padilha (ministro-chefe da Casa Civil) e os ex-ministros que estão presos, Henrique Eduardo Alves e Geddel Viera Lima, além do ex-deputado Eduardo Cunha, também preso, todos do PMDB.

Temer ainda foi acusado por obstrução de Justiça por ter autorizado que Joesley Batista comprasse o silencio do doleiro do PMDB, Lúcio Funaro, que está preso.

Diante de todos esses fatos que envergonham a Nação, por que Temer ainda continua na presidência da República?

Porque os financiadores do golpe contra Dilma Rousseff ainda esperam que Temer e sua maioria no Congresso consigam finalizar a aprovação do pacote de maldades, que começou a ser implementado após a queda ilegal da presidenta eleita.

O presidente e sua base aliada já conseguiram aprovar a mudança nas regras de exploração do Petróleo, que na prática entrega do pré-sal para as petroleiras estrangeiras; a terceirização para todos os setores da Economia, que produz o aumento da jornada dos trabalhadores com redução de salários; a Reforma Trabalhista, onde o interesse dos patrões se sobrepõe aos direitos trabalhistas; e o congelamento por 20 anos dos recursos da Saúde, Educação e Segurança Pública.

Porém, Temer ainda não conseguiu aprovar a reforma da Previdência.

A PEC da reforma Previdenciária propõe na prática a entrega das aposentadorias dos brasileiros aos bancos privados, com a consequente extinção da Previdência Pública (INSS).

O mercado financeiro que apoiou o Golpe segura Temer na presidência para que ele e sua base aliada aprovem essa reforma, que fará com que mais da metade dos brasileiros morram antes de se aposentar.

É contra mais essa maldade desse Governo ilegítimo e sua base parlamentar sustentada com cargos e emendas, que a bancada do PT e os partidos de esquerda e progressistas estão lutando na Câmara.

Contamos com seu apoio nessa luta.

Não à Reforma da Previdência!

Fora, Temer!

Diretas Já!


SÁGUAS MORAES é deputado federal pelo PT de Mato Grosso.

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