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Corpo de jornalista é velado no Rio de Janeiro e sepultado em Cuiabá

Jornalista cuiabano, Jorge Bastos Moreno, colunista de jornal no Rio de Janeiro, morreu com problemas pulmonares.

Brasil

Redação 404 acessos 1

Corpo de jornalista é velado no Rio de Janeiro e sepultado em Cuiabá
Carreira - G1

Corpo do jornalista, Jorge Bastos Moreno, de 63 anos, foi enterrado na tarde deste feriado de quinta-feira (15), no Cemitério da Piedade, em Cuiabá. Bastos morreu na quarta-feira (14), no Rio de Janeiro com problemas pulmonar decorrente de complicações cardiovasculares. O corpo do jornalista foi velado no Rio de Janeiro, ainda na quarta-feira e em Cuiabá na quinta-feira. 

Seu último trabalho foi como colunista do jornal "O Globo", o jornalista trabalhou e morou durante 10 anos no Rio de Janeiro. Seu corpo foi sepultado em Cuiabá, cidade natal, sob aplausos por volta das 14h. Antes do enterro, familiares e parentes fizeram preces e discursos em homenagem ao jornalista.

Moreno que era reconhecido como repórter de política do Brasil, decidiu morar em Brasília na década de 1970 para abranger seus conhecimentos com a política se formando como jornalista na Universidade de Brasília e, em seguida, já iniciou sua carreira como repórter. Sua carreira já contava 40 anos e trabalhou no jornal "O Globo" por cerca de 35 anos. No jornal chegou a dirigir a sucursal de Brasília. 

Carreira

Começou a trabalhar no O Globo em 1982. Dois anos depois, saiu do jornal para trabalhar na revista Veja, mas voltou para o jornal impresso em 1985.  Em 1989, saiu novamente do O Globo, também por um ano, para trabalhar na campanha de Ulysses Guimarães à Presidência. Voltou ao jornal em 1990, onde trabalhou até o dia de sua morte.

O primeiro grande furo de reportagem do jornalista foi no “Jornal de Brasília”: a nomeação do general João Figueiredo como sucessor do general Ernesto Geisel. Outro foi a revelação de que um Fiat Elba, de propriedade do então presidente Fernando Collor, tinha sido comprado pelo "fantasma" José Carlos Bonfim. A publicação da reportagem foi fundamental para selar o destino de Collor, que viria depois a enfrentar um processo de impeachment.

 jornalista venceu o Prêmio Esso de Informação Econômica de 1999 com a notícia da queda do então presidente do Banco Central Gustavo Franco e a consequente desvalorização do real. O prêmio é um dos mais importantes do jornalismo brasileiro.

o fim da década de 1990, Moreno estreou sua coluna de sábado no jornal O Globo. Publicada até o último sábado (10), o espaço passou há alguns anos a ter o nome do próprio Moreno. E, desde o dia 10 de março, comandava o talk show "Moreno no Rádio", na CBN, às sextas-feiras à tarde. Era também o âncora do programa "Preto no Branco", do Canal Brasil, e fazia participações frequentes na GloboNews.

Também em março deste ano, lançou o livro “Ascensão e queda de Dilma Rousseff”. Escreveu também "A história de Mora – a saga de Ulysses Guimarães", lançado em 2013.

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  1. Compartilhando uma mensagem dos companheiros de trabalho de Jorge Bastos Moreno Moreno, a honra foi nossa! POR EQUIPE DO BLOG 14/06/2017 10:33 Jorge Bastos Moreno | Arquivo pessoal Moreno, o telefone tocou hoje, mas não era uma boa notícia. Não era você do outro lado a pedir para subir uma nota aqui. Entre vários puxões de orelhas, incentivos e elogios, eis que um dia você nos envia essa mensagem que, agora, compartilhamos com todos que puderam acompanhar sua vida profissional, compartilhar e usufruir de sua amizade! Então tá, seu Jorge! Aqui o senhor é quem sempre manda ... “Trabalhar comigo é, acima de tudo, cumprir a obrigação de opinar, criticar e sugerir conteúdos, metodologia de trabalho e questionar tratamentos profissional e pessoal. É liberdade total. Para aprender e, principalmente, ensinar. Um dia, quem sabe, se O Senhor Deus Pai De Todos Nós Quiser, poderei ficar positivamente conhecido, ainda que pós-morte. E este e-mail será prova honrosa de que vcs trabalharam comigo. Se não acontecer, deletem-no, para que o ridículo desta observação não se perpetue. Cordialmente, Moreno” E-mail enviado aos colaboradores: Hélio Chaves Ivan Luiz Ubiratan Oliveira Verônica Raner

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