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JUIZ DETERMINOU A QUEBRA DE SIGILO NA AÇÃO DOS GRAMPOS ILEGAIS

O magistrado determinou o levantamento do sigilo da ação penal que trata sobre os grampos telefônicos em Mato Grosso. Audiência dos envolvidos na trama segue acontecendo em Cuiabá.

Coluna Popular

Redação 773 acessos 2



Atendendo a um pedido do promotor Allan Sidney do Ó Souza, de que a ação dos grampos ilegais não deve ser mantida em segredo de justiça, o juiz Murilo Mesquita de Moura, da 11ª Vara Criminal da Justiça Militar de Cuiabá, determinou o levantamento do sigilo da ação penal que trata sobre os grampos telefônicos em Mato Grosso. 

O promotor pediu a retirada do segredo de justiça diante do “relevante valor social” que é a quebra da intimidade das vítimas.

Corre nesta manhã  audiência de instrução na ação que tem como réus 5 policiais militares. São eles: coronéis Zaqueu Barbosa, Evandro Lesco e Ronelson Barros; tenente-coronel Januário Batista; e cabo Gérson Luiz Correa Junior.

O conselho responsável por julgar os réus é formado pelos coronéis Elielso Metelo de Siqueira, Valdemir Benedito Barbosa, Luís Claudio Monteiro da Silva e Renato Antunes da Silveira Júnior. Já os coronéis Pedro Sidney Figueiredo de Souza, Lilian Teresa Vieira de Lima e Raimundo Francisco de Souza foram definidos como suplentes

O que dizem sobre isso?

  1. O que a "JUSTICIA" da terra não fizer, a justiça Divina fará!! Todos os ímpios vão pagar por todos seus atos, vão apodrecer de doenças incuráveis, ranger de dentes, alucinacoes e vão queimar no fogo do inferno! Até sua sétima geração. É bíblico. Basta ler.

  2. Como será que um cidadão comum enfrenta essa Máfia dos Grampos? Como será que fica sabendo se foi grampeado ou não? Suspeito que fui grampeado e estou até hoje. Desde 2012 empreendo uma luta contra o Governo, aqui na área frontal à Igreja do Rosário, conhecida pelos não cuiabanos como Ilha da Banana. Por causa das muitas irregularidades que descobri. Em maio/2017 tive a casa furtada, e documentos sobre a desapropriação foram levados. Esse fato foi divulgado por um site da Capital, na matéria: Morador da Ilha da Banana tem casa invadida e apenas documentos são levados de armário. Após esse furto, retornaram de novo, desta vez mexeram no notebook, não levaram, mas deixaram uma rachadura na parte do teclado. Conversando com pessoa entendida em notebook, a mesma informou terem arrancado essa parte para copiar dados, e nessa hora terem causado a rachadura. Estava procurando uma maneira de periciar o notebook para ver o que realmente aconteceu. Mas agora não adianta mais, pois no dia 14/12/2017, enquanto sai, retornaram e levaram o notebook. Fato que registrei no B.O. n. 2017.413168. E difícil lutar contra essa Máfia sozinho. Sozinho, sozinho, não, eu e São Benedito, que manda aqui no pedaço.

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