EM DEFESA DA SOCIEDADE

Diário de contas novo (TCE)

Irmãs Cuiabanas atingidas por furacão se reencontram com familiares

Foram 4 dias de angustia para o pastor Uziel, que acompanhou daqui de Cuiabá a aflição das filhas

Cotidiano

Redação 183 acessos

Irmãs Cuiabanas atingidas por furacão se reencontram com familiares
Gazeta Digital

Uma oportunidade de recomeçar a vida. Esta foi a mensagem deixada por uma das irmãs cuiabanas que mora em Tortola, uma das ilhas do Caribe atingida pelo furacão Irma, ao desembarcar no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande.

Sara Cristina Nunes Bandeira Joseph, 24, e a irmã Samara Cristina Bandeira, 17, além do bebê Brian, de 1 ano e 8 meses, foram recebidos pela família. O mais emocionado era o pai, o pastor Uziel Bandeira, da Igreja de Deus.

Foram 4 dias de angustia para o pastor Uziel, que acompanhou daqui, de Cuiabá, a aflição das filhas, que ficaram literalmente ilhadas em Tortola.

"Na hora que o furacão passou a gente não sentiu nada, só ouviu, porque estávamos em local seguro, quando a gente saiu já estava tudo destruído. Quando eu soube da minha casa (que deu perda total) no momento eu choquei mas depois agradeci por estarmos vivos e a gente já tinha outros planos, que agora podemos colocar em prática", comentou Sara com a imprensa local que acompanhou o desembarque.

"A gente estava ilhado porque não tinha como avião pousar, mas graças a Deus o piloto Rogério Duarte, de São Paulo, nos resgatou e mais duas pessoas de Rondônia. Só que tem mais 15 brasileiros ilhados em Tortola, ainda tentando arrumar um jeito de sair e se salvar", ressalta Sara.

Mulheres e crianças tiveram prioridade para deixar a ilha. O marido de Sara, Marvin Joseph, ficou lá, para ajudar a socorrer os desabrigados.

Sara acredita que só depois de 2 a 3 meses será possível retornar a Tortola, para os que têm esse desejo.

Comente, sua opinião é Importante!

Cuiabá humanizada banner