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TCE Fevereiro

Seduc não deu salas móveis prometida e alunos estudaram um ano embaixo de figueira

Governo se comprometeu em resolver o problema desde março do ano passado

Educação

Redação 2641 acessos 4

Seduc não deu salas móveis prometida e alunos estudaram um ano embaixo de figueira
Marcio Camilo

Desde março do ano passado que a Escola Estadual Marechal Rondon, em Rosário Oeste, aguarda as salas móveis que foram prometidas pelo Governo do Estado. Enquanto isso, muitos alunos continuam assistindo aulas embaixo de um pé de Figueira, na comunidade rural da cidade.

A situação é precária e o calor geralmente é extenuante para os alunos, principalmente no período vespertino. As salas na comunidade rural fazem parte da estrutura da escola Marechal Rondon, cuja sede fica na cidade de Rosário Oeste.

A diretora da unidade, Gisele Lara, ressaltou que desde março do ano passado que o governo prometeu resolver o problema. Primeiro, conforme ela, a ideia era construir novas salas. Mas o estado alegou falta de dinheiro. Depois a saída encontrada foi à implantação das salas móveis – em formato de containers –. Mas houve problema na licitação, pois a empresa responsável não conseguiu transportar as salas até Rosário Oeste. Depois dos episódios, segundo Gisele, a situação permanece indefinida.

Outro problema é a falta de instalação dos ares-condicionados, que estão parados na unidade desde 2014. O governo disse que iria instalar os aparelhos no ano passado, o que não ocorreu.

Neste ano, a Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc-MT) entrou em contato novamente com a escola afirmando que técnicos iriam até a unidade na primeira quinzena deste mês (janeiro).

A visita técnica, conforme a diretora, era pra viabilizar a instalação dos aparelhos antes do início do ano letivo no próximo dia 15 de fevereiro. No entanto, janeiro está terminando e até agora a equipe técnica do Estado não foi até a escola para resolver a situação.

Gisele explicou que os ares-condicionados são uma questão de necessidade para os alunos, principalmente no período vespertino. “Já teve aluno que passou mal. Em outras ocasiões tivemos que adaptar as salas de informática e secretariado – as únicas que possuem ar – para dar aula aos alunos”, relata a diretora do Marechal Rondon.

A escola possui 407 alunos, contando com suas extensões de salas anexas na zona rural de Rosário Oeste.

A unidade tem 48 anos de existência e sempre sofreu problemas em sua estrutura e descaso do poder público. Para se ter uma ideia, a escola recebeu sua primeira reforma estrutural apenas em 2008, ou seja: depois de 38 anos de sua fundação.

O caso dos alunos assistindo aula embaixo de árvores repercutiu na imprensa em agosto do ano passado, quando, cansada de tantas promessas, a diretoria resolveu expor o caso na mídia para sensibilizar o governo.

Outro lado

Sobre a Escola Estadual Marechal Rondon, em Rosário Oeste, que atende também estudantes da EE José Pedro Gonçalves, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) informou que:

1 – Está em processo de contratação emergencial para locação de salas modulares;

2 – Ressalta-se que as salas modulares seguem um modelo rápido de construção pois a estrutura pré-moldada proporciona agilidade na obra. ;

4 – A Seduc informa que a previsão é que as salas estejam instaladas até o início das aulas, no dia 15 de fevereiro.

O que dizem sobre isso?

  1. Ainda tem gente defendendo o governo da destruição

  2. Assin e nossa educação estado de transformação. Isso porque escola José Pedro Gonçalves e avô Governador Pedro Taques em homenagem a avô assin esta escola imagina se não fosse parente como seria então escola!!!!!!!!!!!

  3. Esse é nosso belo estado de transformação. SQN

  4. A que ponto chegamos hein! olha o estado da educação da transformação da bundação

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