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Educação em MT tem mais de 61 mil crianças fora da escola

Conforme o Unicef, para essas crianças e adolescentes, estar na escola pode ser a diferença entre vida e morte, entre ter seus direitos garantidos no presente, uma oportunidade no futuro

Educação

Redação 723 acessos 11

Educação em MT tem mais de 61 mil crianças fora da escola

Dos mais de 2,8 milhões brasileiros entre 4 e 17 anos que estão foram da escola, 61.304 são de Mato Grosso, o segundo estado da região Centro-Oeste com maior número de meninos e meninas que não deverão ir às salas de aulas no início do letivo, previsto para fevereiro próximo. Os dados são do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), ligado à Organização das Nações Unidas (ONU). 

O número da tragédia aumentou do ano passado para cá. Em 2017 eram 55 mil. São 6 mil crianças a mais fora da escola no estado em apenas um ano.

Em todo país, o relatório da Unicef aponta que 93.5% das crianças e dos adolescentes de 4 a 17 anos estão na escola, conforme a Pnad 2015. Entretanto, os 6,5% que faltam significam mais de 2,8 milhões na mesma faixa etária que podem não comparecer às salas de aula. No Estado, 23.208 têm entre quatro e cinco anos, 5.255 têm entre 6 a 14 anos, e 32.842 estão na faixa etária dos 15 a 17 anos. No estado vizinho de Goiás, são 113.483, Mato Grosso do Sul são 49.930 e no Distrito Federal 31.803. 

"Reverter a exclusão escolar é urgente. A cada ano que passam fora da escola, crianças e adolescentes têm seu direito de aprender negado e ficam ainda mais longe da garantia de outros direitos. A exclusão afeta justamente meninos e meninas vindos das camadas mais vulneráveis da população", disse Ítalo Dutra, chefe de Educação do Unicef no Brasil. Do total fora da escola, 53% vivem em domicílios com renda per capita de até meio salário mínimo. 

Conforme o Unicef, para essas crianças e adolescentes, estar na escola pode ser a diferença entre vida e morte, entre ter seus direitos garantidos no presente, uma oportunidade no futuro, ou perpetuar um quadro de pobreza e vulnerabilidade. Por isso, é urgente que as autoridades públicas ligadas à educação enfrentem a exclusão escolar. 

O entendimento é de que o primeiro desafio é encontrar cada um desses meninos e dessas meninas fora da escola e dar respostas específicas para as barreiras sociais, culturais e econômicas que os afastam das salas de aula, deixando-os invisíveis à gestão educacional. 

"Não adianta, portanto, apenas ofertar vagas na escola. É necessário ir atrás de cada menino e menina, entender as causas da exclusão e tomar as medidas necessárias para garantir a (re)matrícula e a permanência na escola, aprendendo", destacou. 

Muitas vezes, a criança que está invisível para o sistema educacional é bem conhecida pela equipe de saúde que visita o bairro em que ela mora, ou já está cadastrada em algum projeto da assistência social. “A chave para encontrá-la e levá-la à escola, portanto, está em um esforço conjunto das áreas de educação, saúde, assistência Social, entre outras”, aponta. 

Também é necessária uma parceria com toda a sociedade, com o intuito de planejar, desenvolver e implementar políticas públicas que contribuam para a inclusão escolar. (Com assessoria de imprensa) 

O que dizem sobre isso?

  1. ...ou apenas tem uma opinião diferente da sua "Morador de Sinop".

  2. É um absurdo criaram um matricula online e quando você vai fazer a matricula já mostra aonde tem vaga. Sempre mais Sempre as vagas são do outro lado da cidade uma falta de organização e planejamento total não consegui vaga para meu filho em Sinop tive que colocar em uma particular sem poder porque iria ficar mais barato do que levar mais de 30 km para estudar na pública com esse combustível absurdo de caro. Esse governo é incompetente em toda as esfera de sua administração é um cumulo alguem elogia esse governo deve ser um contratado e estar sendo favorecido de alguma forma.

  3. Governo da destruição vai entregar a sucata do estado pra quem assumir. Pior governador de Mato Grosso

  4. Promessas do Governo para Educação e Cultura: I - REDUZIR OS ÍNDICES DE EVASÃO ESCOLAR; II - AUMENTAR OFERTA DE VAGAS NO ENSINO MÉDIO PARA ATINGIR A COBERTURA TOTAL; III - CONSTRUIR, AMPLIAR E MELHORAR A INFRAESTRUTURA DAS UNIDADES EDUCACIONAIS; IV - IMPLANTAR O PROGRAMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ESTADUAL; e V - CONSTRUIR UM CONGÓDROMO (em Vila Bela da Santíssima Trindade). Todas cumpridas conforme acompanhamento abaixo, exceto item "V". http://especiais.g1.globo.com/mato-grosso/2015/as-promessas-de-taques/#!/3-anos Estas matérias tendenciosas só influenciam quem é desinformado.

  5. Vagas têm e com publicidade delas. Agora, se tem vagas e crianças estão fora da sala de aula, os culpados são os pais que não os matriculam. Vejam que "Do total fora da escola, 53% vivem em domicílios com renda per capita de até meio salário mínimo."...Entendo que ai já demonstra ser cultural.

  6. KKKkkk, Muvuká, tome nota.... vc vai ter MENOS VOTOS q este daí!

  7. Vaga tem mas no outro lado da cidade. Sem planejamento, não consegue atender a demanda em determinados bairros enquanto outros estão fechando salas por falta de alunos. Precisa se organizar. Essas escolas de período integral, isso dá certo quando tem estrutura. Menos propaganda e mais educação.

  8. Pera aí, vamos por partes. É importante destacar nessa matéria, senhor editor/repórter, que os dados abraçam as redes municipais e estadual. Então, a problemática é maior, pois diz respeito à política municipal de educação de 141 cidades do Estado. Vale ressaltar que, o título tendencioso visa culpar uma pessoa pela situação, mas o texto nada fala. Falta bom senso, como sempre.

  9. ESSE KEVIN (ISSO DE FOR VERDADEIRO) DEVE SER TAQUISTA (REF. A TAQUES) ROXO, IGUAL AO SACO DE MACHO, O QUE ELE NÃO É!

  10. Matéria amarela-bege que nem pastel.

  11. Olha que matéria legal de se lê MUVUCA, Parabéns, essa matéria sim e do site que leio. Não aquelas baixarias.Gostei da matéria, muito bacana, soma pra sociedade.Patabens e Sucesso.

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