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Fecomércio diz que ato de afastamento de presidente não tem legalidade jurídica

Se houver validade na votação que teve oito votos pelos afastamento e sete pela permanência, assumirá o cargo o vice João Flávio

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Redação 347 acessos

Fecomércio diz que ato de afastamento de presidente não tem legalidade jurídica

O Conselho de representantes da Fecomércio (Federação do Comércio de Mato Grosso) decidiu pelo asfastamento do presidente Hermes Martins e o tesoureiro Paulo Sérgio acusados de improbidade administrativa. Porém a Fecomércio por meio da Assessoria de Comunicação informou que ato não tem validade por não ser apoiado por 1/3 dos conselheiros, e além disso a votação ter ocorrido na recepção da entidade. 

O afastamento seria de 180 dias. Ambos respondem por negar documentação  sobre gastos, contratos e cheques utilizados em suposta lavagem de dinheiro durante o período em que a entidade foi comandada pelo ex-secretário da Casa Civil, Pedro Nadaf, que chegou a ser preso em 2015 na "Operação Sodoma" e hoje está em liberdade por fazer delação premiada.

Se houver validade na votação que teve oito votos pelos afastamento e sete pela permanência, assumirá o cargo o vice João Flávio. Porém a situação ainda deve esperar a decisão da justiça. (com informações folha max)

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