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Coligação entre Podemos E PSL deve unir forças para apoiar Dilceu Rossato

Senador José Medeiros admitiu a aliança com o PSL, que tem como carro-chefe a candidatura de Jair Bolsonaro

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Redação 541 acessos 2

 Coligação entre Podemos E PSL deve unir forças para apoiar Dilceu Rossato
Luiz Vieira

O senador pré-candidato à reeleição, José Medeiros (Podemos), declarou que trabalha incessantemente em seu projeto de recandidatura e no apoio à campanha de Álvaro Dias (Podemos) à presidência. Ele admitiu a aliança com o PSL, que tem como carro-chefe a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL).

Na manhã desta segunda-feira, durante entrevista a uma rádio da capital, Medeiros disse que está afunilando as discussões para fechar o grupo de partidos, na construção da chapa proporcional de candidatos a deputado estadual e federal.

Segundo o senador, ainda é cedo para afirmar as decisões, mas o Podemos avalia apoiar a possível candidatura de Dilceu Rossato (PSL), ex-prefeito de Sorriso, ao governo de Mato Grosso. A única exigência do partido é para que a campanha estadual seja desligada do projeto do diretório nacional à presidência da República.

José Medeiros foi questionado sobre a previsão de que subam ao mesmo palanque dois pré-candidatos com claras divergências ideológicas. De um lado, a visão humanista de Álvaro Dias, que não combina com o comportamento extremista de Bolsonaro.

“Não tem nada a ver a nossa coligação com o Bolsonaro. A candidatura do Álvaro é uma, a do Bolsonaro é outra. O PSL faz o seu palanque presidencial pra lá e nós fazemos o nosso”, disse José Medeiros após afirmar que não quer contaminar o palanque com as ideias do PSL.

Sobre o cenário de possíveis candidaturas ao Palácio Paiaguás, o senador disse que só consegue ver com firmeza dois projetos políticos, o de reeleição do governador Pedro Taques (PSDB) e a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PR). Ele afirmou que não está descartada a possibilidade de aliança com nenhum dos dois.

“Nenhuma porta está fechada”, afirmou Medeiros.

José Medeiros esclareceu ainda que seu plano político está definido e que já é pré-candidato à reeleição, no Senado Federal. Com isso, fica descartada a hipótese de se lançar como possível candidato à deputado estadual ou federal. 

Na articulação para outubro, Medeiros afirmou que o Podemos está organizado em quase 70 comissões provisórias e acredita que a prisão do Lula deve influenciar diretamente, daqui pra frente, o resultado. Para ele, o critério “ética” vai fazer diferença na hora do voto.

“Entre Marina e Álvaro, o ‘cara’ vai votar votar no Álvaro e quando pesar entre pesar Bolsonaro e Álvaro, vai votar no Álvaro. Eu tenho essa avaliação. Então eu penso que o candidato que mais vai crescer vai ser ele”, disse o senador ao defender a candidatura de Álvaro Dias à presidência.

Por fim, ele explicou o posicionamento sobre o seu protesto inverso ao da senadora Gleisi Hoffmann (PT), que criou um movimento para a inserção do nome “Lula” aos nomes dos parlamentares, em manifesto contra a prisão do ex-presidente. Medeiros, por outro lado, sugeriu a inserção de “Moro” aos nomes dos parlamentares que apoiaram a prisão. O ato seria em alusão ao nome do juiz Sérgio Moro, responsável por determinar a prisão de Lula. O senador afirmou que seria vergonhoso ver os painéis da câmara e do Senado repletos pelo nome de um presidiário, além de ser inconstitucional.

O que dizem sobre isso?

  1. Presidente Bolsonaro Vice Magno Malta Governo Rossato (Agro) Vice Fulano (Servidor Público) Senadores Selma Arruda e Medeiros Deputados Federais: Rafael Ranalli (policial Federal) Deputados Estaduais: Agentes segurança publica e saúde.

  2. A juíza tá fazendo maior barraco já contradizer todo o programa do partido nas entrevistas q tem dado. Uma neofita querendo se eleger como justiceiro igual Taques. Não caiam nesse engodo

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