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Taques quer aprovar PECs do teto e reforma administrativa em agosto

Conforme o secretário -chefe da Casa Civil José Adolpho Vieira, falta alguns detalhes a serem feitos no texto e ele deve ser enviado para a AL nos próximos dias.

Governo

Redação 1346 acessos 1

Taques quer aprovar PECs do teto e reforma administrativa em agosto

O governo do Estado deve enviar para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) até o mês de agosto, os textos do projeto de emenda constitucional (PEC) do Teto de Gastos e da reforma administrativa.

Conforme o secretário-chefe da Casa Civil José Adolpho Vieira, alguns detalhes técnicos, principalmente com relação às discussões no Tribunal de Justiça precisam ser fechados. 

“A gente está 99% fechado, alguns detalhes técnicos, principalmente com relação às discussões no Tribunal de Justiça, mas, eu acredito que final desta semana ou começo da semana que vem a gente está enviado para a Assembleia Legislativa para apreciação dos deputados", afirmou em entrevista à Rádio Capital FM.

O projeto de lei sugerido pelo governador prevê a suspensão de contratações, reajustes salariais, Revisão Geral Anual (RGA), verbas indenizatórias, e deve haver cortes de pessoal assim que aprovada, até o ano de 2020.

O secretário destaca que o principal objetivo é economizar verbas e melhorar a arrecadação. “Não posso adiantar que haverá corte de pessoal, mas estamos pensando em alguma fusão, troca de algumas estruturas, a readequação de algumas estruturas dentro do próprio governo, visando principalmente a arrecadação, que não é segredo pra ninguém, nós estamos num momento de crise financeira".

A polêmica que paira sobre este projeto vem sendo discutida desde o ano passado, quando o governador apresentou a proposta para os Deputados, que por sua vez adiaram a votação para que haja melhores explicações e diálogo para a provação da medida.

A contenção de gastos é visto pelo governador como uma das poucas alternativas para melhorar a situação econômica do Estado.

O item foi alvo de duras críticas dos servidores públicos do Estado e de outras categorias, que alegam que a medida não é necessária, pois o Estado teria condições manter sua economia estável, sem precisar recorrer a medidas austeras.

O que dizem sobre isso?

  1. O Estado de Mato Grosso é um dos poucos que consegue negociar com o Governo Federal sem precisar de implantação das contrapartidas exigidas. O servidor é sempre o mais atingido, a sociedade como um todo. No Mato Grosso tudo é mais caro, o gás, os combustíveis, as passagens de ônibus coletivo, a energia, e como se pensa em não dar aumento aos servidores??

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