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600 vagas em presídio deixam de ser construídas em MT por incompetência do governo

Mesmo com dinheiro na Caixa Econômica disponível, governo Taques não consegue gastar e tocar as obras de apenas dois presídios

Governo

José Marcondes Muvuca 1815 acessos 3

600 vagas em presídio deixam de ser construídas em MT por incompetência do governo
MUVUCA POPULAR

Em Mato Grosso, apenas dois presídios estão sendo construídos, um em Peixoto de Azevedo e outro em Várzea Grande, e mesmo assim, ambos estão com as obras paradas, por falta de pagamento do governo do estado.

O presídio de Várzea Grande está sendo construído pela Concremax, do empresário Jorge Pires de Miranda, e ainda mantém 30 pessoas trabalhando, embora tivesse que ter pelo menos 100.

O curioso, é que o dinheiro do convênio para essas obras estão na conta do estado, vem do governo federal, com uma contrapartida de no máximo 20%, mas por absoluta falta de gestão, ele não está chegando na obra, e por consequência elas estão paradas.

As licitações foram feitas em 2012, e após início, as obras foram paradas em 2014, e retomadas em 2016, mas novamente, em 30 de julho deste ano foram paradas novamente, pois não há recebimento algum por parte do governo do estado desde outubro, mesmo com o dinheiro disponível na Caixa Econômica Federal.

Em Várzea Grande apenas 30% da obra foi concluída, isso após quase 5 anos com o dinheiro disponível, e o governo não consegue simplesmente gastar o que está disponível no banco, por absoluta falta de gerência.

Outros dois Centros de Detenção Provisórias (CDP’s), um em Porto alegre do Norte e outro em Sapezal, que tinham conseguido recursos federais para sua construção, conforme consta no portal transparência do governo, foram abandonados, pois o ex-secretário da Sejudh, Marcio Dorileo, teve o despautério de devolver o dinheiro para o governo federal.

Com essas ingerências, o estado, sob o governo Taques, perdeu mais de 600 vagas que seriam custeadas com recursos da união, e com isso veio a superlotação, com motivos de sobra para acabar em rebeliões e mortes nos presídios de Mato Grosso.

Segundo o presidente do Sindspen, João Batisa, o que aconteceu foi pura incompetência do governo estadual, que simplesmente não conseguiu gastar um dinheiro que estava disponível.

As unidades de Várzea Grande e Peixoto ainda estão em tempo de serem retomadas, de se perder os recursos federais novamente, bastando alguma gerência e vontade política do governo.

O que dizem sobre isso?

  1. Nesse governo quem tem cu tem medo.....no governo passado podia mandar pagar qualquer coisa que o TCE fazia vista grossa....e todo mundo sabe porque $_$ ....agora nesse governo...já que ele entrou falando que todo mundo é bandido e incompetence.....inclusive servidor público....a regra é essa....empresa desandou, projeto mal feito?......pronto! Multa e manda rescindir essa porra!.....eu faço assim.....e ai de quem não fizer.....entregar resultado pra um governo que nem salário paga em dia?.....foda-se presídio......eu é que não vou pagar multa no TCE....

  2. O cuiabano é um povo miserave kkkkkkkkkkkkkk......................ainda cultuando o rasqueado e bocaiuva, tal de Ex - Vereador, POP, coloca uma mascara de macaco em dois o´tarios, e ficam tirando sarro, da canela fina. Poupe -me, este jornaleco, esdrúxulo, e cafona.

  3. absurdo como andam as coisas publicas, nem com dinheiro de convenio firmado o governo consegue tocar uma obra de sua importancia ao Estado , a qual podera desafogar nosso sitema prisional

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