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ONG pede ao MPF anulação de concessão de pedágio que seria do deputado Nininho

“Queremos que investigue este fato do delator ter denunciado um parlamentar de ter comprado aquele pedágio lá"

Investigação

Redação 2902 acessos

ONG pede ao MPF anulação de concessão de pedágio que seria do deputado Nininho
Rosane Mendes

A ONG Moral (Movimento Organizado pela Moralidade Pública e Cidadania) protocolou uma representação junto ao Ministério Público Federal (MPF), solicitando investigação de um suposto pagamento de propina feito pelo deputado Nininho (PR), ao ex-governador Silval Barbosa, para conseguir liberação do pedágio na MT-130.

De acordo com o representante da ONG, Gilmar Brunetto, após a delação do ex-governador, a ONG protocolou junto ao Ministério Público Estadual (MPE) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), um pedido de anulação da concessão da MT-130, sob a concessionária Moro da Mesa, empresa do deputado. Segundo a delação, Silval teria recebido propina do parlamentar, para viabilizar a cobrança de pedágio na região.

“Queremos que investigue este fato do delator ter denunciado um parlamentar de ter comprado aquele pedágio lá. De ter repassado propina para poder continuar explorando aquela concessão”, afirmou Brunetto.

A ONG ainda pede ao MPF, que seja anulada a concessão da empresa, caso seja confirmada as denúncias de pagamento de propina por parte do deputado.

“Tem que abrir uma investigação, confirmadas as denúncias do delator, que sejam anuladas a concessões ao deputado Nininho, que dizem que ele é o proprietário da empresa”, afirmou o representante.

De acordo com Brunetto, junto com esta representação, a ONG ainda pede que o MPF, averigue os motivos do não andamento pedido junto ao MPE e o TCE.

“Sobre o pedágio, nós procuramos o Ministério Público Estadual e o Tribunal de Contas do Estado, e por surpresa nossa tomaram nenhuma providência. Por isso estamos solicitando ao Ministério Público Federal, que tome providência contra o Tribunal de Contas e o Ministério Público por não ter feito ‘andar’ nosso processo de representação”.

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