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Réus da 'convescote' tem prisão revogada

Ambos são acusados abrirem “empresas fantasmas”, de prestação de serviços, que desviou cerca de R$ 3 milhões em MT.

Judiciario

Redação 1037 acessos

Réus da 'convescote' tem prisão revogada
Rosane Mendes

A Juíza Selma Arruda, da Sétima Vara Criminal, revogou na última sexta-feira (27), a prisão domiciliar e determinou a retirada do monitoramento eletrônico, de Karinny Miranda de Oliveira e Marcos Moreno Miranda, réus da ação derivada da operação “Convescote”.

Ambos são acusados abrirem “empresas fantasmas”, de prestação de serviços, que originou no desvio de cerca de R$ 3 milhões, de recursos públicos nos anos de 2015 e 2017, em diversos orgãos públicos do Estado.

Os dois acusados foram presos no dia 20 de junho, durante a deflagração da 1ª fase da Operação Convescote, mas conseguiram o direito de permanecer em prisão domiciliar com uso de tornozeleira.

Na decisão, a Magistrada atendeu pedido da defesa e considerou que os demais réus no caso haviam obtido revogação de liberdade.

“Atualmente, somente os dois encontram-se segregados nestes autos, de forma que recomendável é a aplicação do disposto no Art. 580, do CPP, eis que as revogações das demais prisões decretadas não se deu por questões pessoais”, disse a juíza.

A juíza, impôs três medidas cautelares como requisito para os acusados permanecerem em liberdade.

“Proibição de contato com as testemunhas arroladas pelo Ministério Público, colaboradores e demais corréus, inclusive por aplicativos de mensagens instantâneas ou outros meios de comunicação; não se ausentar da Comarca sem prévia comunicação ao Juízo; manter o endereço atualizado nos autos e o comparecimento a todos os judiciais para os quais for intimado”, decidiu.

 

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