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TCE abril

Taques não confia em suplentes e exonera secretários para votarem PEC do teto de gastos

Manobra política garantirá votos governistas

Política

Redação 990 acessos 3

Taques não confia em suplentes e exonera secretários para votarem PEC do teto de gastos
MUVUCA POPULAR

O governador Pedro Taques (PSDB) está preparando um golpe fantástico esta semana para aprovar a famigerada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos no Estado de Mato Grosso.

Enquanto viaja para Brasília, Taques assina a exoneração de dois secretários de Estado, Wilson Santos (Cidades), e Max Russi (Casa Civil), que devem assegurar os votos governistas, já que o Paiaguás não confia nos suplentes Jajah Neves (PSDB) e Adriano Silva (PSB), que andaram criticando o projeto, que pode ser colocado em votação, à toque de caixa, ainda nesta quarta-feira (22).

Os dois exonerados são deputados estaduais e estão licenciados de suas funções no Legislativo desde que passaram a comandar secretarias no Estado. A desculpa para o retorno à Assembleia é que eles irão apresentar emendas à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018, que será votada nas próximas semanas.

As exonerações deverão ser publicadas no Diário Oficial desta quarta-feira. Os sindicatos estão alertas e também devem mobilizar os servidores para ocupar as galerias da Assembleia.

TODOS CONTRA A PEC DO TETO DE GASTOS

Os servidores públicos, em sua maioria, não concordam com a aprovação do projeto que está sendo vendido como salvador financeiro dos déficits do governo. O Projeto 010/2017 é rechaçado pela categoria. “Mato Grosso não se enquadra nos critérios de repactuação definidos nas leis complementares (159/2017 e 156/2016). Então não há porque ela está sendo discutida na Assembleia", diz um dos dirigentes ouvidos pelo MPopular.

O projeto de lei é contraditório e arrocha a classe trabalhadora, com redução dos serviços sociais de Saúde, Educação e Segurança. A falta de planejamento do Governo e o desrespeito do executivo que deixou o estado nessa crise e está espetando a conta nos servidores, que pagarão a conta sozinho. Os demais poderes permanecem com suas garantias. 

Vários sindicalistas que integram o Fórum Sindical destacaram o absurdo da lei que responsabiliza o servidor público pelo gasto do governo, reduz serviços fundamentais nas áreas de educação, saúde e segurança pública, precarizando os serviços de atendimento à população, enquanto aumentam o caixa para pagamento de uma dívida que já foi paga, além de beneficiar grandes empresas e agronegócio.  

Para o presidente do Sintep/MT, é inadmissível que a Casa de Leis discuta o congelamento dos investimentos públicos nas áreas prioritária para a sociedade, enquanto o governo executa orçamento para a Saúde de R$ 1,5; Educação, R$ 2,6 bi; e, a Segurança R$ 2,1 bi. Em contrapartida assegura uma política de isenção fiscal de 2,4 bi (2016) que irá chegar a R$ 3,8 bi, em 2018. Onde está a crise? Quem está beneficiando com esse terrorismo plantado? E para onde está sendo canalizado os recurso de MT?

O que dizem sobre isso?

  1. Max e Wilson Santos dois canalhas da pior espécie sujo igual pau de galinheiro !!! Ano que vem e cacete em Vocês bandidos na eleição !!!!

  2. Pedrinho manobra sua REELEIÇÃO! No bem da verdade.... queiram ou não AINDA é o MELHOR PARA O MT.

  3. É golpe, armação, vão fazer tudo na surdina. Ainda bem que esse site alerta a gente. Essa manobra é espúria

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