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Taques não paga e diretores de filantrópicos vão a Brasília pedir ajuda de Ministério

Reunião foi intermediada pelo suplente de deputado federal, o médico José Augusto Curvo.

Saúde

Redação 549 acessos 3

Taques não paga e diretores de filantrópicos vão a Brasília pedir ajuda de Ministério

O suplente de deputado federal José Augusto Curvo (PSD), conhecido como Tampinha - que é médico há 40 anos -, marcou uma audiência com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para tentar resolver o impasse em torno do atraso nos repasses a hospitais filantrópicos de Mato Grosso.
 
Quatro unidades suspenderam as atividades em razão da falta de recursos. São eles: Santa Casa de Rondonópolis, o Hospital Santa Helena, a Santa Casa de Misericórdia e o Hospital Geral Universitário, em Cuiabá.
 
A reunião acontece na quarta-feira (16). Tampinha contou com a ajuda dos senadores Wellington Fagundes (PR) e senador José Medeiros (PSD) para que a audiência aconteça.
 
"A Saúde é um tema que nunca posso deixar de lado. Fico muito preocupado porque as consequências são sérias, como a perda da vida de mais pacientes", afirma Tampinha, que atualmente é assessor especial adjunto no Ministério de Ciência, Tecnologia e Comunicação.
 
Segundo ele, colegas e amigos de profissão entraram em contato pedindo intervenção em Brasília, já que o Governo se nega a conversar sobre o acordo que ele tinha firmado.
 
Tampinha ainda acrescenta que tais instituições são responsáveis por grande parte dos leitos de UTI do SUS no Estado.
 
“Se antes da paralisação já faltavam vagas, agora será impossível conseguir se internar porque são cerca de 120 leitos que agora não serão utilizados. Será uma tragédia”, alerta. 
 
Além disso, os hospitais são responsáveis por vários tratamentos oncológicos, que também serão paralisados se as verbas não chegarem. “Não é porque os médicos desejam parar os tratamentos, mas é porque não há mais condições para continuar”.
 
Estarão presentes na reunião o vice-presidente da Federação dos Hospitais Filantrópicos de Mato Grosso e presidente da Santa Casa, Antônio Preza, o presidente do Hospital Santa Helena, Marcelo Sandrin, o diretor-superintendente do Hospital Geral Universitário, José Correa, e a presidente da Federação das Santas Casas Hospitais Filantrópicos do Estado de Mato Grosso, representando a Santa Casa de Rondonópolis, Elizabeth Meurer.

O que dizem sobre isso?

  1. Como o Taques tem um slogam Governo de Transformação ele agora apresentou um novo modelo de gestão é a Caravana da cidadania nesta nova forma ele constrói asfalto, reforma escolas, faz cirurgias, enfim é um conto de fada na caravana não tem crise e nem falta de dinheiro lá tudo é possível... O Governador não precisa mais de secretários porque o Estado agora será administrado via caravana da cidadania... Gente vamos falar sério cadê o Ministerio Publico?? O MPE precisa agir este Desgoverno deixa de repassar o dinheiro dos hospitais para gastar na caravana fazendo politicagem, campanha antecipada e colocando a vida dos velhinhos inocentes em risco ao submete-los a cirurgias dentro de ambientes que tem alto risco de contaminação e para completar coloca uns óculos enormes no rosto dos velhos e poem os coitados para falar bem do Governo para que ele possa fazer propaganda com os coitados isto é sacanagem cadê os defensores do idosos que não agem para que o Governo faça as cirurgias nos hospitais e não neste caravana da politicagem... Taques usa o mesmo expediente dos anteriores para enganar os eleitores com estas benesses eleitoreiras e deixa de fazer a obrigação que é repassar aquilo que é de direito dos hospitais. Taques nunca mais terá o meu voto.....

  2. Acontece da seguinte forma, não tem dinheiro, instala o caos, depois vem a solução mirabolante do dia para noite a população paga o nanico sai como herói e para aqueles que conseguiu sobreviver a vida continua...

  3. "as consequências são sérias, como a perda da vida de mais pacientes", Tampinha está corretíssimo, uma afirmativa as quais todos estão carecas de saber e ver. Basta irem a um PS de Cuiabá/VG; Atitudes faltam que solucione o CAOS! Basta deixarem de repassar para os partidos o volume de dinheiro que estão querendo!

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