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TCE abril

Administradora do hospital de Sinop pede rompimento de contrato com o governo

Por falta de repasse, a Fundação responsável por administrar o Hospital Regional de Sinop desistiu e entregou a unidade

Saúde

Redação 1274 acessos 4

Administradora do hospital de Sinop pede rompimento de contrato com o governo
Claryssa Arruda

A Fundação de Saúde Comunitária, que administra o Hospital Regional de Sinop, pediu ao governador Pedro Taques (PSDB), a suspensão do contrato. A entidade informou que o motivo da suspensão são os atrasos de repasses de verba pelo governo do Estado.

A fundação alega que, sem dinheiro, não conseguiu pagar impostos, ações trabalhistas e os salários dos funcionários, que estão em greve há mais de dois meses.

A fundação informou que o contrato será suspenso nos próximos 15 dias e todos os 495 funcionários, incluindo os médicos estarão de aviso prévio a partir desta semana.

O governo do estado informou que aceitou a decisão da fundação em romper o contrato. Uma nova instituição deve assumir nos próximos 15 dias.

O estado pontuou ainda que o serviço prestado pela fundação não correspondia às expectativas.

Durante a greve dos funcionários da unidade, estão sendo atendidos somente os casos de urgência e emergência.

O que dizem sobre isso?

  1. A situação deste hospital é a mesma de Colíder, Alta Floresta, metropolitano, Sorriso que tiveram o nome usado pelo Governo, que não pagou as dívidas, depois fala que não tinha serviço de qualidade. a grande tranquilidade que o numero de assessores da SES é a mesma dos TRAPALHÕES, monte de incompetentes financiados por interesses privados, e o pior esse governo sabe e fica quieto, e o incompetente é quem expõe as vísceras de uma administração pífia. NOTA ZERO

  2. ESSA É MUITO BOA GOVERNADOR, ENTÃO QUER DIZER QUE A FUNDAÇÃO QUE NÃO CORRESPONDIA ??? AH !!! MAS A GESTÃO DO GOVERNO É MUITO BOA MESMO, POR ISSO TODOS HOSPITAIS FECHANDO PORTAS POR FALTA DE VERBA DO GOVERNO.É MUITA CARA DE PAU MEU DEUS.

  3. Exatamente como foi comentado: o governo não faz repasses, as organizações entregam os hospitais e na emergência o governo ou banca (com verba a mais do que queria pagar antes), ou coloca a organização "amiga" para gerir. Golpe de mestre, quer dizer, baixo. Em Sinop, antes da organização, o estado por intervenção gastava cerca de 7 milhões. Com a a organização passou a ser cerca de 4 milhões. Agora quer o mesmo serviço (que ele, estado, fazia por 7 milhões!) por cerca de 3,4 milhões ... alguma coisa não bate! Não há investimento e quem sofre é a população que diferentemente do desgovernador, não pode ir para hospital de ponta em São Paulo.

  4. será que ninguém viu qual é o plano. O gov não faz os repasses. sufoca as empresas já estabelecidas. estas com o seu passivo imenso não conseguem arcar com as suas unidades hospitalares. consequentemente vão pedir quebra de contrato. e, arruinadas irão levar consigo todo o passivo trabalhista. ai vem a jogada de mestre!!!! o governo coloca a nova "fundação" que bem intender. E ainda coloca a culpa no governo passado. ai parceiro é só ir para o abraço. ops campanha. ACORDA MUVUCAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!! ACORDA JANAINA RIVA!!!!

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