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Enfermeiros demitidos e sem receber salários, fazem protesto para chamar atenção do governo

A Fundação informou que não estava recebendo o acordado e sem dinheiro não conseguiu pagar impostos, ações trabalhistas e os salários dos funcionários

Saúde

Redação 1286 acessos

Enfermeiros demitidos e sem receber salários, fazem protesto para chamar atenção do governo

Ao romper o contrato por falta de pagamento do governo, a Fundação de Saúde Comunitária que administrava o Hospital Regional de Sinop demitiu parte dos funcionários, entre eles, os enfermeiros. Com a demição e salários atrasados, os efermeiros fazem protesto pela demissão e pedem o recebimento do salário.

Os enfermeiros bloquearam a BR-163 fazendo protesto contra a demissão impedindo não só veículos pequenos passar, como também caminhões trafegarem na via.

"Não podemos deixar essa situação barata, não podemos engolir isso do governo. Já estavamos sem receber há tres meses e nós entendemos que a culpa não é tamanha da administração, pois estava sem os repasses", reclamou uma das enfermeiras que preferiu não se identificar.

A Concessionária Rota do Oeste informou que está acompanhando a interdição e nenhum incidente registrado até o momento. A concessionária alertou aos motoristas que irão passar na BR que liga a cidade, pois está com garrafamento longo.

Os enfermeiros estavam contratados pela Fundação e foram demitidos pela mesma ao deixar a administração no mes anterior, novembro, deste ano. 

A fundação informou que o contrato será suspenso nos próximos 15 dias e todos os 495 funcionários, incluindo os médicos estarão de aviso prévio a partir desta semana. 

Novo contrato

O Instituto Gerir é o novo responsável para gerenciar a unidade. De acordo com o governo do estado, o contrato com o Instituto, em caráter emergencial, terá duração de seis meses. Neste período, será repassado mensalmente ao instituto R$ 3,084 milhões para o custeio das despesas do hospital. O valor, segundo o governo, é o mesmo era repassado à antiga gestora.

A dívida do governo com a administração anterior chega ao menos no valor de R$ 13 milhões. A Fundação alegou que não estava recebendo o acordado e, sem dinheiro, não conseguiu pagar impostos, ações trabalhistas e os salários dos funcionários, que ficaram em greve mais de dois meses. 

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