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Trabalhadores do HUJM aprovam Estado de Greve e decidem por paralisação no dia 11

Nesta greve não cobramos salário, queremos mostrar para sociedade o absurdo que é esta PEC

Sindicatos

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Trabalhadores do HUJM aprovam Estado de Greve e decidem por paralisação no dia 11

Os trabalhadores técnico-administrativos do Hospital Universitário Júlio Muller aprovaram entrar em ‘Estado de Greve’. Eles buscam chamar atenção da sociedade para proposta de emenda constitucional que congela os gastos públicos por 20 anos. Durante assembleia da categoria, eles decidiram manter o atendimento na unidade, porém, uma paralisação foi confirmada para o dia 11 de novembro, sexta-feira.

“Nós vamos entregar panfletos para os pacientes e visitantes do HUJM explicando sobre o prejuízo que a aprovação desta PEC do retrocesso traz para saúde pública no SUS. O Governo tem dito abertamente que as universidades, incluindo os hospitais universitários, precisam encontrar meios de se autofinanciarem, ou seja, cobrarem mensalidades e passarem a atender de forma privada. Quem vai sofrer é quem mais precisa. Nesta greve não cobramos salário, queremos mostrar para sociedade o absurdo que é esta PEC”, destacou a coordenadora Geral do Sintuf-MT, Elena da Cunha.

Segundo a sindicalista, os serviços essenciais serão mantidos, como o atendimento aos pacientes internados, porém, algumas consultas poderão ser reagendadas. Ela ressaltou que a PEC 241, já aprovada na Câmara dos Deputados, e agora renomeada no Senado Federal para PEC 55, coloca os hospitais universitários no fundo de um poço. “Como o hospital poderá investir em novos tratamentos? É o HUJM que ensina os médicos. Eles terão uma formação que certamente vai parar no tempo. Isso é uma vergonha e não podemos nos omitir”.

A assembleia foi realizada na terça-feira (01.11). Os trabalhadores do HUJM do regime único, ou seja, que atuam na unidade há mais de dois anos, antes do hospital ser administrado pela Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) reforçaram que vão buscar o apoio destes trabalhadores da Ebserh. “Queremos realizar atos conjuntos, uma vez que essa greve é por todos”.

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