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Com salários atrasados, professores ameaçam greve em MT

Cerca de 40 mil profissionais da Educação ainda não receberam dezembro de 2017

Sindicatos

Redação 834 acessos 5

Com salários atrasados, professores ameaçam greve em MT

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso foi convidado para uma reunião na tarde de quarta-feira com a Casa Civil e a Secretaria de Estado da Educação para ser comunicado que os 40 mil servidores do setor não receberão dentro do limite previsto na Constituição Estadual, que é o dia 10 do mês subsequente. Na reunião, o Governo pediu compreensão do Sintep e solicitou que o sindicato fizesse uma proposta para que fosse firmado um acordo.

Neste mês, os salários foram pagos por secretaria, com prioridade para as de Saúde, Segurança e Justiça e Direitos Humanos. Ainda não foi anunciada a data para os pagamentos.

Mas o governador Pedro Taques afirmou que a intenção é pagar até a próxima segunda-feira (15). “Nunca celebraremos um acordo para que o governo possa descumprir a legislação e, com o atraso dos salários, deverão ser pagos juros. Já é sabido que todo ano as arrecadações caem no primeiro trimestre, porém, mas uma vez o Governo não se planejou e irá afetar os educadores e educadoras próximo ao início do ano letivo. O que se vê é a falta de prioridade”, afirma o presidente do Sintep, Henrique Lopes.

Ele afirmou que a categoria deve se reunir nos próximos dias sinalizando que pode haver paralisação caso ocorra novos atrasos salariais. “Situações dessa natureza servem para acirrar os ânimos e que nós iremos tomar as decisões no âmbito coletivo para decidirmos quais serão os rumos que iremos tomar caso tenhamos uma constante na lógica do atraso no pagamento dos salários”, disse.

O sindicalista colocou que o atraso salarial dos servidores da Educação não ocorre em função da queda de arrecadação por parte do Estado. “Deixamos claro de que se é verdade que não temos recursos suficientes para pagar a totalidade da folha, isso está em função daquilo que o Estado tem tratado como prioridade. Somos sabedores que o que mais se tem são desvios de finalidade das receitas da Educação”, assinala.

Lopes confirmou que na próxima terça-feira (16) haverá outra reunião para tratar outros pontos de pauta, como a implantação de novas escolas militares, das escolas plenas e problemas identificados no processo de contagem de pontos. “Não estamos tendo notícias animadoras neste início de ano letivo vindo do Palácio Paiaguás", salientou.

Segundo informações passadas pelo secretário-chefe da Casa Civil, Max Russi, dos 100 mil servidores ativos e inativos, os 30 mil aposentados receberam na terça-feira (09), e dos 70 mil ativos, 40 mil são trabalhadores da Educação e ficaram para a segunda etapa de pagamento juntamente com os servidores das secretarias de Fazenda, Planejamento, Gestão, Gabinete de Comunicação e Gabinete do Governador. 

O que dizem sobre isso?

  1. Eita pessoal que não sabe ler direito, eu não disse que o professor trabalha menos que um policial. mas o sserviço do policial é mais estressado de um professor, mas a verdade é que a classe de professor é cheio de mimi...Todo início de ano entram em greve, querem ter mais direito que outros trabalhadores do funcionalismo, e Lindomar se esse é seu nome mesmo, porque vc não assino seu comentário com seu e completo mané, repito não gosto desse anão de jardim chamado pedrinho taques....Lindomar "Professor" tem que abaixar a bola, Voçes merecem ganhar uns dez mil inicial, mas na atual conjuntura não dá....

  2. Paulo Roberto de Oliveira Provavelmente, você é um cheira cheira do Governador, ou seja, aqueles que ganha só para buxar o saco do governador Se você não sabe meu amigo, o governador deveria aplicar no mínimo 25℅ da receita na educação, o ano passado ele não o fez, é o que circula na midea, Se você ainda não sabe, a educação é a maior pasta, e como se diz tem verba própria, que me desculpa os comissionados que realmente trabalha. Como ela é a maior pasta, o nosso Ilustríssimo governador, encheu a Seduc de comissionados, o gabinete do secretario tem um assessor em cima do outro assessor, cada um mais arrogante que o outro, DG: 2, não se conta quantos, nunca vi tanto secretários adjuntos em uma só pasta, alí só tem QI, quem indica, o pior a maioria dos indicados ganha acima de 5.000,00, provalmente você não faz parte desse grupo seleto, se não não estava fazendo esse comentário maldoso. Caro colega, se na Seduc não tivesse tanto comissionado, o governador teria quase ou todo o dinheiro para pagar realmente os profissionais da educação, em qual a maioria dos comissionados não se encachão. Na minha opinião o Sintep, também tem culpa em tudo isso por aceitar tantos comissionados que não fazem parte dos profissionais da educação, lógico se faz necessário alguns em algumas áreas, mais não tanto assim. Falta fiscalização do Sintep, da sociedade e de pessoas como você, só assim poderemos ter menos greve, pagamento em dias, educação de qualidade, e comissionados sem QI em que todos possam participar com igualdade na seleção dos comissionados para ajudae na melhoria da educação.

  3. Quem disse a vc Paulo que professor não trabalha? Enganado vc está. E outra: hoje todos os policiais que existem executando sua função passaram por vários professores até chegar aos seus cargos, dando aos mesmos bastante trabalho.

  4. Ninguém disse que professor trabalha mas que ninguém é direito de todos trabalhar e receber pois todos tem contas a pagar

  5. Ô povinho que gosta de fazer greve, é só ser contrariados que ameaçam a parar.....Todo início de ano é essa mesma lenga lenga, voçes não trabalham mais que um policial...Vão trabalhar para variar, ah não gosto desse anão de jardim do pedrinho taques(minuscúlo mesmo)!!!!!

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