Governo de decepção | MUVUCA POPULAR

Terça-feira, 21 de Maio de 2019

ARTIGOS Quarta-feira, 09 de Janeiro de 2019, 14h:23 | - A | + A




Governo de decepção

Governo de decepção

A principal promessa de campanha do ex-governador Pedro Taques foi a de implantar um governo de transformação, calcado na inclusão e na justiça social. Na apresentação de seu plano de governo ele afirma solenemente: " Cabe a nós detectar e afastar a influência perversa de grupos minoritários e poderosos, que capturam o poder estatal para usá-lo em benefício próprio, seja pelo clientelismo rasteiro, seja pelas grandes distorções das políticas públicas que geram benefícios concentrados para poucos privilegiados".

Para reforçar esse compromisso ele prometeu, em seu programa eleitoral, que iria reduzir o duodécimo da Assembléia Legislativa.

Será que o ex-governador Pedro Taques cumpriu com essa promessa?

A política fiscal adotada no seu governo mostra que não. Com efeito, a gestão fiscal praticada por ele foi uma continuidade daquela praticada pelo ex-governador Silval Barbosa. Isso porque ambos permitiram um crescimento descontrolado do duodécimo dos poderes, beneficiando poucos grupos de poderosos e privilegiados, em detrimento da capacidade de investimento do Estado.

Na verdade, desde 2009 esse modelo de gestão fiscal vem sendo praticado no Estado. Com efeito, enquanto a inflação acumulada no período 2009-2018 foi de 75,6% , o gasto com duodécimo dos poderes cresceu 144% , passando de R$ 938,8 milhões para R$ 2,3 bilhões.

A despesa com duodécimo da Assembléia Legislativa cresceu 135% , passando de R$ 215,4 milhões em 2009 para R$ 506,8 milhões em 2018. A despesa com duodécimo do Tribunal de Contas cresceu 188% , mais que o dobro da inflação do período, passando de R$ 124,1 milhões para R$ 357,7 milhões. A despesa com duodécimo do Tribunal de Justiça cresceu 132% , passando de R$ 437,9 milhões para 1,01 bilhão. Já a despesa com duodécimo do Ministério Público cresceu 154%  no período, passando de R$ 161,3 milhões para R$ 410,5 milhões.

Não bastasse o aumento descontrolado do duodécimo dos poderes, promovido pelos ex-governadores Silval Barbosa e Pedro Taques, a gestão fiscal de ambos promoveu também um crescimento da despesa com pessoal e do déficit previdenciário superior ao aumento da arrecadação e à inflação do período.

Como conseqüência dessa política fiscal equivocada, que beneficia poucos grupos de poderosos e privilegiados, a capacidade de investimento com recursos próprios do Estado teve um crescimento negativo, ou seja, diminuiu 64% , caindo de R$ 640,9 milhões em 2009 para R$ 228,4 milhões em 2018.

Se considerarmos a inflação acumulada no período, que foi de 75,6% , a redução real da capacidade de investimento com recursos próprios foi de 79%. Ou seja, em 2018 o Estado investiu, com recursos próprios, apenas 21% do que investiu em 2009. 

Nesse contexto, o povo mato-grossense, que é quem paga tributos e mantém a máquina pública, foi o único prejudicado com a política fiscal adotada por esses governantes, visto que o Estado vem diminuindo consideravelmente os investimentos e a qualidade dos serviços prestados ao cidadão, para garantir o pagamento de elevados duodécimos a uma minoria de privilegiados.

Não foi por acaso que o ex-governador Silval Barbosa apareceu como o quarto pior governador do Brasil, na pesquisa do IBOPE divulgada em 17/09/2014, e o ex-governador Pedro Taques não conseguiu se reeleger em 2018, terminando a corrida eleitoral em terceiro lugar.

Pedro Taques se elegeu em 2014 prometendo ao povo um governo de transformação, que traria inclusão e justiça social. Contudo, adotou a mesma política fiscal do ex-governador Silval Barbosa, beneficiando os poderosos em detrimento da população carente, e acabou entregando um governo de decepção, que piorou  a situação financeira do Estado e reduziu ainda mais os investimentos para o cidadão.

Como dizia o ativista político norte-americano Martin Luther King: " Precisamos de líderes que não sejam apaixonados pelo poder, mas apaixonados pela justiça. Que não sejam apaixonados por publicidade, mas apaixonados pela humanidade".

José Bussiki Figueiredo

Gestor Governamental na Seplan-MT   

 

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José - 11-01-2019 12:24:19

QUANDO VAMOS INVESTIGAR OS R$20 BILHÕES EM FRAUDES DO GOVERNO TAQUES? Não se pode esquecer de apurar e recuperar todos os desvios e fraudes do desgoverno pedro taques da transformação do estado em caos e roubalheira, os quais juntos já SOMAM $20 BILHÕES. Só para lembrar aí vai a lista detalhada dos $20 bilhões: R$69 milhões em desvios na caravana da transformação; perdão de R$645 milhões em dívida da petrobrás; perdão de R$5 milhões de reais em dívidas da unimed cuiabá; a operação Rêmora por desvio de R$57 milhões na SEDUC; operação Bereré por desvio de R$30 milhões no Detran; operação Grampolândia na segurança pública usada para chantagear adversário; delação de Alan Malouf sobre Brustolin e vários secretários com R$50 mil/mês por fora; mensalinho R$100 milhões por dentro para os deputados; rombo de R$4 bilhões no caixa e desvio de $230 milhões do fundeb; desvio de R$1,2 milhões no fundo de trabalho escravo; desvio e apropriação de R$300 milhões dos municípios; desvio e apropriação de R$300 milhões dos poderes; aumento de $2 bilhões nos Incentivos Fiscais; aumento de milhares de cargos políticos comissionados, aumentou da folha de pagamento pela contratação de mais de 10.000 pessoas; uso da justiça para proteger seus amigos e secretários conforme disse o cabo gerson; delação de Alan Malouf tratando de 12 tipos de corrupção entre elas os $10 milhões de caixa 2 administrados por Alan Malouf e Julio Modesto; licitação irregular de 11 bilhões para transporte interestaduais; desvio de R$58 milhões em pontes na SINFRA; $300 milhões em vantagem cobrada de quem recebeu antecipado no decreto do bom pagador; crédito de R$100 milhões para o primo Paulo Taques; maracutaia com a juiza candidata para ferrar o silval e a familia dele. Além disso, apropriação indébita de R$70 milhões descontado dos salários dos servidores públicos para pagar empréstimos consignados e estouro da folha pagando vantagens para apaniguados políticos.

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