MPE pede rapidez em perícia de material apreendido com grupo acusado de sonegar mais de R$ 140 milhões em MT | MUVUCA POPULAR

Terça-feira, 20 de Agosto de 2019

CIDADES Sábado, 18 de Maio de 2019, 07h:35 | - A | + A




Crédito Podre

MPE pede rapidez em perícia de material apreendido com grupo acusado de sonegar mais de R$ 140 milhões em MT

Polícia Civil MT/Assessoria

Polícia Civil MT/Assessoria

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Núcleo de Defesa da Administração Pública e da Ordem Tributária de Cuiabá, requereu à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) prioridade na análise do material apreendido na operação “Crédito Podre”. No último dia 6, o Poder Judiciário acatou o pedido da defesa dos denunciados e redesignou a data da audiência para a próxima segunda-feira (20).

Nesta sexta-feira (17), o MPE requereu a suspensão do processo por um período de 30 dias e adotará algumas providências para que a Politec seja melhor aparelhada e consiga atender as demandas de todo o estado. Caberá à Perícia Oficial do Estado efetuar o espelhamento do material apreendido para atestar a autenticidade das provas obtidas.

G1 tenta localizar a defesa dos réus.

O empresário Wagner Florêncio Pimentel, 47 anos, apontado pelo Ministério Público Estadual (MPE) como chefe de uma quadrilha que sonegou R$ 140 milhões em impostos, foi assassinado em fevereiro deste ano no Bairro Jardim das Américas, em Cuiabá.

 Tornaram-se réus na ação:

  

  • Wagner Florêncio Pimentel (falecido)
  • Almir Cândido de Figueiredo
  • Rivaldo Alves da Cunha
  • Paulo Serafim da Silva
  • Kamil Costa de Paula
  • Evandro Teixeira de Rezende
  • Paulo Pereira da Silva
  • Diego de Jesus da Conceição
  • Marcelo Medina
  • Theo Marlon Medina
  • Cloves Conceição Silva
  • Paulo Henrique Alves Ferreira
  • Jean Carlos Lara
  • Rinaldo Batista Ferreira Júnior
  • Rogério Rocha Delmindo
  • Neusa Lagemann de Campos
  • Keila Catarina de Paula
  • Alysson de Souza Figueiredo

 

 

Na denúncia, o MPE cita que o grupo tinha uma estrutura hierárquica preestabelecida e divisão de tarefas para a prática de crimes de falsidade ideológica de documento público e documento particular, uso indevido de selo público verdadeiro, falsa identidade, coação no curso do processo e ameaça.

Operação Crédito Podre

A operação Crédito Podre foi deflagrada pela Polícia Judiciária Civil em dezembro do ano passado. Segundo investigações, no mínimo vinte empresas fantasmas ou de fachadas teriam sido utilizadas no esquema que teria sonegado mais de R$ 140 milhões do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no estado.

 
 
 
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COMENTÁRIOS

(1) COMENTÁRIOS

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jose a silva - 18-05-2019 08:28:12

POR OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA E PREVARICAÇÃO DA SEFAZ, O ESTADO PERDEU ESSE DINHEIRO! ESSA GRANA NÃO VOLTA NUNCA MAIS, POIS OS CRIMINOSOS SÃO TODOS LARANJAS, EMPRESAS PASTEL E OS REAIS E VERDADEIROS SONEGADORES, LIVRES, LEVES E SOLTOS!

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