Cuiabanos se reúnem em Praça Alencastro para protestar pela Amazônia | MUVUCA POPULAR

Sexta-feira, 20 de Setembro de 2019

GERAL Sábado, 24 de Agosto de 2019, 18h:03 | - A | + A




Ato de Defesa

Cuiabanos se reúnem em Praça Alencastro para protestar pela Amazônia

Manifestantes debateram a conjuntura política do país e a situação em que a maior floresta do mundo se encontra


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Manifestantes na Praça Alencastro, em Cuiabá / Foto: Eunice Ramos

Neste sábado (24), manifestantes se reuniram na Praça Alencastro, localizada no Centro de Cuiabá, para protestar em defesa da Amazônia e da natureza.
O ato teve início por volta das 17 horas e reuniu grupos de estudantes, ambientalistas e pessoas que lutam contra o desmatamento da Amazônia.
Queimadas
Há cerca de 20 dias em chamas, as queimadas que vem atacando a floresta amazônica gerou uma crise no Governo Federal, que até o momento não teve um posicionamento decente perante à situação.
Nos últimos dias, líderes de outros países têm manifestado apoio ao descaso que o Brasil vem sofrendo e, além disso, artistas e personalidades públicas também tem pressionando o presidente Jair Bolsonaro (PSL) a tomar uma atitude.
Conforme a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), 2019 tem sido o pior ano de queimadas na Amazônia brasileira desde 2010.
O Governo Federal informou que seis estados da Amazônia já formalizaram pedido para ação das Forças Armadas no combate às queimadas.
Perante o decreto assinado por Bolsonaro na sexta-feira (23), todos os estados que compõem a Amazônia Legal tem direito ao apoio das Forças Armadas, sendo eles, toda a Região Norte, Mato Grosso e Maranhão.

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COMENTÁRIOS

(4) COMENTÁRIOS

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Olavo - 26-08-2019 00:10:30

Quer entender o engajamento do Macron com a Amazônia? Vou te explicar, resumidamente. A Europa vive, hoje, um socialismo "velado": A "social democracia". Altas cargas tributárias, muitos serviços "gratuitos" e uma montanha de subsídios, que não estatizam as propriedades, mas mantém os cidadãos absolutamente dependentes do Estado. Um destes subsídios é para a produção rural, nos países integrantes do PAC (Política Agrícola Comum), do qual a França é o maior beneficiário. São 10 BILHÕES DE EUROS, por ano, destinados a complementar a renda dos produtores rurais. Chegando, em alguns casos, a 40% do faturamento. Não são raras as propriedades onde o subsídio supera o lucro, após descontados os pesadíssimos impostos. Desde 2016, com a vitória do Brexit, a União Européia prepara-se para perder vários bilhões de Euros, em receita, devido a saída do Reino Unido. Uma das medidas, apresentada em maio de 2018, antes das eleições brasileiras, era a de CORTAR OS SUBSÍDIOS AGRÍCOLAS. Proposta que, de imediato, a França tratou como "inaceitável". Com a vitória de Bolsonaro e os novos tratados comerciais sendo rascunhados, entre Mercosul e União Européia, Macron se viu em um "mato sem cachorro". O Brasil é o maior gigante do agronegócio e, com uma política de acordos comerciais, considerando a taxa cambial, engolirá a produção francesa. É como colocar um supermercado de bairro para concorrer com o Walmart. Para "pregar a tampa do caixão", Boris Johnson venceu as eleições no Reino Unido, com a promessa de que, até 31 de Outubro, sairá definitivamente da União Européia, ainda que de forma "selvagem", e abrirá as fronteiras para além do comércio europeu. Ou seja, a França está vendo a chegada de um concorrente peso-pesado, ao mesmo tempo que teve a certeza de uma perda de receita bilionária, que fará os recursos de subsídio minguarem, exatamente quando a demanda tende a aumentar. Surge, então, um incêndio na Amazônia. Coisa absolutamente comum nesta época do ano e muito menor do que os já acontecidos em outras ocasiões. Desta vez, porém, o governo brasileiro é de direita e a esquerda, inconformada com a perda do "trono", começa a fazer o que sabe de melhor: BARULHO. Foi a OPORTUNIDADE PERFEITA para o bem maquiado presidente francês começar a demonizar a política ambiental brasileira e, assim, pedir sanções que salvarão a sua pele. No ímpeto de convencer os colegas de UE, recém "chutados" da NOSSA floresta, resolveu aumentar o tom e deu a entender "disposições bélicas" para "garantir a preservação" daquele "patrimônio da humanidade". Só esqueceu que a Alemanha já teve uma certa experiência do que acontece quando se enfia em território desconhecido e DUVIDO que, lembrando do inverno siberiano, tenha qualquer intenção de encarar o verão amazonense. Macron está tão preocupado com o meio-ambiente quanto eu estou com a final do campeonato coreano de futebol de botão. O problema do presidente pó de arroz é o DINHEIRO que vai perder, competindo de igual para igual com o Brasil. Dinheiro, aliás, que ele NÃO TEM. São as "belezas" do "Estado de Bem-Estar Social".

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Bolão - 25-08-2019 20:00:43

É necessário protestar mesmo, temos um Bozo que assumiu a Presidência que estava fazendo vistas grossas sobre o meio ambiente incentivando a devastação da Amazônia pelos Ruralistas e Garimpeiros! Todo o mundo está chamando a atenção sobre os problemas ambientais e as consequências que vão vir em decorrer do abuso do Homem contra a Mãe natureza por motivo de Ganância!

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alexandre - 24-08-2019 18:58:23

30 petebas, o maior periodo de queimadas, foi no governo lula, a fumaça em SP, veio da bolivia, porque o macron não falou em invadir a bolivia ? este ano está bem menor que a média histórica, tudo povo de fake news, estudem os dados, os dados, não pensem com a bunda...todos devemos defender a amazonia dos estrangeiros, não de Bolsonaro....

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Carlos Nunes - 24-08-2019 18:22:39

O único protesto que podemos E DEVEMOS fazer é contra os estrangeiros...o G7, por exemplo, que tá louco pra meter o bedelho no Brasil. Faz tempo que eles vem com aquela estória pra boi dormir, que Amazônia é o pulmão do mundo...e deve ser internacionalizada. Nós somos o pulmão...e eles representam, simbolicamente, o cigarro que polui o mundo inteiro faz tempo, inclusive destruindo parte da camada de ozônio. Tio Macron não tá preocupado com Meio Ambiente coisa alguma, pois todo ano tem queimada por aqui...tá preocupadíssimo é do Brasil, através do Mercosul, entrar na Comunidade Européia, e vender nossos produtos por lá...tá sendo pressionado por empresários e trabalhadores franceses, a não permitir que o Brasil ocupe fatia importante do Mercado Europeu. Nós vamos ganhar mercado, pois os nossos produtos são bons e mais baratos...e eles, os franceses, vão perder mercado...inclusive na competição do nosso vinho, que não deixa nada a desejar com os vinhos franceses. Não podemos permitir essa estória de internacionalizar a Amazônia...isto é, torna-la propriedade do mundo...senão daqui a pouco quem vai mandar na Amazônia será a ONU.

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