Ronaldinho Gaúcho é mandado para prisão de segurança máxima no Paraguai | MUVUCA POPULAR

Terça-feira, 07 de Abril de 2020

GERAL Sábado, 07 de Março de 2020, 12h:33 | - A | + A




Ronaldinho Gaúcho é mandado para prisão de segurança máxima no Paraguai

Em reviravolta no caso, Ministério Público determinou detenção do ex-jogador e irmão por porte de documentos falsos


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Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis foram detidos e levados para o presídio na noite desta sexta-feira (6), no Paraguai. Os irmãos são investigados por uso de documentação falsa desde a quarta-feira (4) e, até então, estavam sob custódia no quarto de hotel em que estavam hospedados.

Os dois passaram a noite em uma cela da Agrupación Especializada da Polícia Nacional, considerada um presídio de segurança máxima em Assunção. À AFP, o advogado do atleta e seu irmão, informou que “a detenção ocorreu por ordem de um promotor que não tem participação no expediente. Esta prisão é algo incomum”. Marín afirmou ainda que “não sabemos sequer sob que acusação foram detidos”.

O Ministério Público do Paraguai havia desconsiderado a possibilidade de deter os irmãos, informando que eles teriam livre circulação para retornar o Brasil. Contudo, confirmou a ordem de prisão. O juiz Mirko Valinotti desconsiderou a recomendação dos promotores de não acusar formalmente os irmãos, que garantiram terem sido enganados pelo empresário Wilmondes Sousa Lira, que os forneceu os documentos.

Agora, o MP terá 10 dias para apresentar uma nova decisão sobre o caso. Caso os promotores não prossigam com a solicitação de liberar Ronaldinho, ele será formalmente denunciado.

Segundo o G1, o delegado César Silguero garantiu que os irmãos não ofereceram resistência à prisão. “Conversamos com os advogados e eles não ofereceram resistência à prisão. Amanhã a Justiça vai determinar por quanto tempo eles podem ficar presos”, disse, na noite de sexta-fera (6). Os irmãos serão convocados para uma audiência neste sábado (7).

O empresário Wilmondes Sousa Lira também está preso em presídio paraguaio, e as donas originais dos passaportes adulterados cumprem prisão domiciliar.

Houve também uma mudança nos responsáveis pelo caso: a procuradora-geral do Estado, Sandra Quiñonez, substituiu o promotor encarregado, Federico Delfino, e agora o casos fica nas mãos de Osmar Legal.

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