Cortes do Governo não foram eficientes, gasto com pessoal cresceu em MT  | MUVUCA POPULAR

Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2020

GOVERNO Terça-feira, 07 de Janeiro de 2020, 08h:14 | - A | + A




Mesmo sem RGA

Cortes do Governo não foram eficientes, gasto com pessoal cresceu em MT

Estado gastou R$ 11,796 bilhões em 2019 contra R$ 10,965 bilhões gastos em 2018

Palácio fachada foto.jpg

 Foto: reprodução 

Apesar dos cortes de gastos prometidos pelo governador Mauro Mendes (DEM), dados do Portal da Transparência mostram que em 2019 a folha de pagamento em Mato Grosso aumentou em R$1 bilhão.

Mesmo sem dar a Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores do Estado e nem os aumentos de carreira - como no caso dos servidores da Educação – o estado gastou R$ 20,006 bilhões em 2019, ante R$ 18,043 bilhões gastos em 2018, último ano da gestão Pedro Taques (PSDB).

Conforme  os dados, o Estado gastou R$ 11,796 bilhões em 2019 contra R$ 10,965 bilhões gastos em 2018.

Ao longo do ano houve uma luta constante do governo para reduzir a folha de pagamento. Logo em janeiro, o Estado adotou uma equação de pagamento do RGA, que deve inviabilizar o pagamento por um tempo, enquanto não há um grande crescimento da receita do governo.

Segundo o portal Mira Cidadão, os gastos com pessoal ficaram em 60,8% do total gasto em 2018 e 59% do total gasto em 2019.

No entanto, o governador conseguiu a redução dos valores repassado aos Poderes, em 2018 eles consumiram R$2,836 bilhões e R$ 2,750 bilhões em 2019.

Em 2018 foram pagas R$ 1,043 bilhão de dívidas e R$ 2,013 bilhões em 2019, por conta da renegociação com o Bank of America. O custeio subiu de R$ 2,429 bilhões em 2018 para R$ 2,730 bilhões em 2019.

Houve ainda, segundo a transparência do governo, a redução dos investimentos, no último ano da gestão Taques foram investidos R$ 767,898 milhões e no primeiro ano da gestão Mauro R$ 715,855 milhões.

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COMENTÁRIOS

(2) COMENTÁRIOS

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Pardal - 07-01-2020 13:13:49

Está provado que o RGA não tem nada haver com isso, a questão é de gestão somente.

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CONTABILISTA - 07-01-2020 15:01:58

Penso que essa gestão desastrosa, se quisesse colaborar, ficaria com SERVIDORES EFETIVOS, que ingressaram com respaldo Constitucional. Todavia, parece que foram muitos compromissos com possíveis CABOS ELEITORAIS, e resulta numa QUANTIDADE EXCESSIVA DE COMISSIONADOS. Estes recebem alta remuneração ISENTA DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE, além de BENESSES EM RAZÃO DA FUNÇÃO. E o pior, em grande medida os SERVIDORES EFETIVOS acabam sendo "OBRIGADOS ao ACUMULO DE SERVIÇO POIS ALGUNS PRIVILEGIADOS "CHEFES NADA OU POUCO ENTENDE DAQUILO PARA O QUE FORAM NOMEADOS COMISSIONADOS.. ENTÃO... A MEU JUÍZO TEM UM ÚNICO CULPADO ....

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