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GOVERNO Quarta-feira, 24 de Abril de 2019, 10h:02 | - A | + A




CALAMIDADE FINANCEIRA

Deputado apresenta estudo que mostra estado com dinheiro em caixa

Pesquisa revelou que não falta dinheiro em Caixa de Mato Grosso

(Redação )
redacaomuvuca@gmail.com

santos

 

O deputado estadual, Wilson Santos (PSDB), voltou a criticar o decreto do Governo de calamidade financeira. Desta vez, ele chamou a atenção revelando que Mato Grosso ocupa a 10ª colocação entre os estados com maior capacidade de investimentos com recursos próprios, demonstrando assim, que não falta recursos em caixa.

"Destaca-se, ainda, a 10ª colocação de Mato Grosso no comparativo da Receita Estrutural Própria com a Receita Corrente Líquida, o que significa dizer que existe capacidade de investimento com recursos próprios", disse ele em artigo publicado nesta semana.

A revelação do parlamentar também aponta que um estudo realizado pela empresa RC – Consultores, de autoria do ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Paulo Rabello de Castro, mostrou que Mato Grosso é o 11º Estado da Federação a apresentar o melhor comportamento fiscal financeiro em 2018.

O tucano revelou que em relação a Receita Estrutural, por habitante, Mato Grosso ocupa o segundo lugar. Isso, segundo ele, descreve a realidade do Estado. “Na Receita Estrutural Própria por Habitante, que se refere ao dinheiro arrecadado pelo Estado já descontado o valor do duodécimo repassado ao Legislativo e Judiciário e os restos a pagar que são despesas acumuladas que deverão ser honradas no ano seguinte, Mato Grosso aparece em segundo lugar, atrás apenas do Distrito Federal e a frente do maior Estado do país, São Paulo", destaca.

Outro dado descrito pelo parlamentar é o fato do Estado ser o 13º do país com melhor desempenho na Receita Corrente Líquida que é o somatório das receitas tributárias de um Governo, referentes a contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias e de serviços, deduzidos os valores das transferências constitucionais.

Veja artigo na íntegra 

A FALSA CALAMIDADE FINANCEIRA DE MT

Nos últimos dias, veio a público a informação de que o Tesouro Nacional não reconheceu a calamidade financeira assinada em decreto pelo governador Mauro Mendes Ferreira (DEM) no dia 17 de janeiro.   

A decisão do governo federal escancara a maquiagem de dados feita pela equipe econômica do governo atual, que buscou por todos os meios, desde o primeiro dia de mandato, transmitir a falsa sensação de calamidade para esvaziar o debate principal: medidas de aperfeiçoamento de gestão para contenção de despesas, e, principalmente, dos gastos públicos.

Buscou-se artificialmente transparecer uma calamidade financeira para suspender pagamentos e por consequência não honrar com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Em estudo concluído em março deste ano pela empresa RC – Consultores, de autoria do ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Paulo Rabello de Castro, os dados estatísticos concluíram que Mato Grosso é o 11º Estado da Federação a apresentar o melhor comportamento fiscal financeiro em 2018.

No total foram avaliados 10 indicadores dos quais estão a Receita Corrente Líquida, Receita Disponível, Restos a Pagar, Receita Disponível confrontada com Receita Corrente Líquida, Dívida Consolidada, Despesas Brutas com Pessoal, Despesa Bruta com pessoal por habitante, Receita Estrutural Própria e juros imputados de 5% ao habitante.

No quesito Receita Corrente comparada a Receita Disponível, ou seja, daquilo que é arrecadado com o que é disponibilizado para investimentos, Mato Grosso está na quinta colocação.

Na Receita Estrutural Própria por Habitante, que se refere ao dinheiro arrecadado pelo Estado já descontado o valor do duodécimo repassado ao Legislativo e Judiciário e os restos a pagar que são despesas acumuladas que deverão ser honradas no ano seguinte, Mato Grosso aparece em segundo lugar, atrás apenas do Distrito Federal e a frente do maior Estado do país, São Paulo.

Destaca-se, ainda, a 10ª colocação de Mato Grosso no comparativo da Receita Estrututal Própria com a Receita Corrente Líquida, o que significa dizer que existe capacidade de investimento com recursos próprios.

Mato Grosso ainda é o 13º Estado do país com melhor desempenho na Receita Corrente Líquida que é o somatório das receitas tributárias de um Governo, referentes a contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias e de serviços, deduzidos os valores das transferências constitucionais.

Diante da recusa do governo federal em reconhecer a pseuda calamidade financeira, resta ao governo primar pela transparência na relação com o governo federal e a sociedade e eficiência na gestão estadual.   

Wilson Santos é deputado estadual no exercício do quarto mandato, ex-prefeito de Cuiabá e pós-graduado em Gerência de Cidades 

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COMENTÁRIOS

(4) COMENTÁRIOS

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Silvia - 24-04-2019 12:52:29

Mas o que vai acontecer agora?

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Deline - 24-04-2019 12:25:12

Primeiro deputado da história a intrometer em assuntos dessa esfera, ai vem coisa em

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Liandra - 24-04-2019 12:07:39

Só não tem dinheiro para o executivo mesmo, estão escondendo para outros corruptos usufruir

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Carlinhos - 24-04-2019 12:05:59

Agradece nós Wilson, votamos em você então nos ajuda nessa e em outras

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4 comentários