Pontos turísticos de Chapada dos Guimarães são fechados por conta de incêndios | MUVUCA POPULAR

Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019

GOVERNO Quinta-feira, 12 de Setembro de 2019, 13h:57 | - A | + A




Queimadas

Pontos turísticos de Chapada dos Guimarães são fechados por conta de incêndios

Fogo já devastou cinco mil hectares

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 Foto: reprodução da internet 

Os incêndios no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães (64 quilômetros de Cuiabá) já devastaram mais de cinco mil hectares, o equivalente a sete mil campos de futebol. Por conta do fogo, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou que todos os atrativos foram fechados, por questões de segurança.

O combate está concentrado no vale do Véu da Noiva e no vale do Coxipó, com equipes de monitoramento mantidas em regiões onde o fogo já foi debelado para evitar nova ignição, como nas regiões próximas à sede do Parque; Morro da Macumba e serra do Portão do Inferno.

Os atrativos seguem fechados para visitação como medida de segurança. Ainda não há atualizações sobre o total de área atingida, mas o fogo já atingiu mais de cinco mil hectares.

Neste momento, o parque dispõe de trinta brigadistas contratados e recebe o apoio de 35 brigadistas do Ibama, dez do Parque Nacional da Chapada Diamantina, um especialista da Coordenação de Prevenção e Combate a Incêndios (COIN); um especialista em fogo do Parque Nacional da Chapada Diamantina e um especialista da Coordenação Regional 10 (Goiânia).   Além disto, a equipe ainda conta com quatro aeronaves do tipo Air Tractor.

Decreto de emergência

O governador Mauro Mendes decretou situação de emergência em Mato Grosso por conta dos incêndios florestais que atingem o Estado. A motivação para decretar a situação é pelo aumento no número de queimadas e pelas condições climáticas propiciarem a propagação do fogo.

O decreto tem duração de 60 dias. Segundo o Executivo, com a medida, o governo está autorizado a adotar ações necessárias à prevenção e combate aos incêndios e à manutenção dos serviços públicos nas áreas atingidas pelas queimadas.

Além disso, outro fator que agrava ainda mais essa situação é que o Estado passa por um período de estiagem de 4 meses, em diversas regiões, como é o caso do Vale do Rio Cuiabá.

Somado a isso, há o registro de baixa umidade relativa do ar no período, variando entre 7% e 20%, situação que é considerada crítica e que aumenta o risco de incêndios florestais, danos a saúde, sobretudo de jovens e idosos.

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