Igreja Batista Getsemâni

Maçons estariam pressionando juiz a não condenar coronel da PM por crime de Peculato

O coronel Alessandro Ferreira da Silva foi indiciado pelo MPE depois de ser denunciado 115 vezes

Daniela Castro

A redação do Muvuca Popular recebeu uma denúncia anônima grave que envolve a Maçonaria e o Tribunal de Justiça de Mao Grosso (TJMT). Segundo nossa fonte, o Coronel Alessandro Ferreira da Silva, ex-comandante regional de Várzea Grande (CR II), que foi denunciado 115 vezes pelo crime de Peculato e indiciado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE-MT); ainda não teria sido condenado, até o momento, pelo juiz Marcos Faleiros por que ambos são membros da Maçonaria.

O magistrado Marcos Faleiros foi nomeado juiz exclusivo da Sétima Vara Criminal, onde está lotado o processo do coronel Alessandro, ao substituir a ex-juíza Selma Arruda, que se aposentou e, em seguida, foi eleita senadora.

O processo encontra-se como concluído para despacho e decisão, o que ainda não ocorreu. De acordo com um dos mandamentos da Maçonaria, é condenado o ato de um maçom depor contra outro maçom em processos judiciais, esse seria, segundo a denúncia, o motivo de o magistrado estar sendo pressionado por irmãos maçons a não condenar o coronel Alessandro Ferreira da Silva.

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Crime de Peculato

Em 23 de novembro de 2011, agentes da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública realizaram operação de busca e apreensão de computadores e documentos na casa do coronel da Polícia Militar Alessandro Ferreira da Silva, por supostas trocas de peças em veículos baixados, fora de uso.

De acordo com o que foi apurado pela Coordenadoria de Inteligência da SESP, a suposta fraude ocorreu, em 2010, em conluio com funcionários de uma empresa de veículos. Nas investigações foi verificado que veículos baixados e/ou fora de circulação estariam sendo enviados à empresa para consertos e manutenção, bem como para trocas de giroflex (luminosos sobre os veículos), sem que o serviço fosse efetivamente prestado, mas gerando documentação fiscal e contábil para o pagamento de peças e serviços fictícios.

O inquérito instaurado pela Delegacia Fazendária trata do crime de Peculato - a apropriação de bem público em razão do cargo, concussão, a exigência de alguma vantagem, além de fraude em licitação.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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