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"Assassino do posto", o Bugrinho está sendo julgado após 5 anos

José Antônio de Assis atropelou, matou e fugiu

Da editoria / Muvuca Popular

José Antônio de Assis, o “assassino do posto”, está sendo julgado em Nova Andradina (300 km ao sul de Campo Grande, MS) pelo atropelamento e morte de um ciclista e lesão corporal grave em outro. O crime foi cometido na tarde do dia 17 de abril de 2011 na MS-276 próximo ao trevo para cidade de Bataguassu. O trajeto seria um circuito de 30 km e a dupla tinha completado 15 km.
A dupla de ciclistas era o pecuarista Max Rubens da Silva Paes e a sua esposa Geszane Giacomini. O marido acabou morrendo antes de chegar ao hospital, enquanto sua mulher acabou internada devido às graves lesões. Max Rubens morreu aos 43 anos e deixou dois filhos pequenos.
O motorista José de Assis fugiu do local do acidente abandonando a caminhonete S-10, o carro que teria pegado emprestado de um amigo. José de Assis sumiu do endereço na Rua São José, em Nova Andradina, e anos depois, reapareceu oficialmente na Rua São Cristovão, em Cuiabá, para logo depois aparecer na Travessa B, em Vilhena, RO.
O endereço em Rondônia era o que a ex-mulher morava quando deixou o namorado no posto próximo da São Cristovão e caminhou até a antiga residência do casal para alimentar os cães, quando o ex-marido apareceu e cometeu outra tragédia, no dia 29 de dezembro de 2018.
O Ministério Público de MS recebeu o processo da polícia três meses depois do atropelamento e fuga para em seguida devolver novamente para a polícia, e após ficarem cinco anos com o processo em mãos foi apresentado à Justiça, que mandou citar o réu José de Assis, mas ele que era muito conhecido na cidade como “Bugrinho”, em 2017 já havia sido esquecido pela população.

 


Fonte: MUVUCA POPULAR

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