Igreja Batista Getsemâni

15 categorias cruzam os braços contra as medidas de Mauro Mendes

Paralisação unificada e manifestação ocorre em Cuiabá e no interior

Da redação

Pelo menos 15 categorias do funcionalismo público estadual paralisam as atividades nesta terça-feira (12), por 24 horas, reivindicando  o pagamento dos salários e a Revisão Geral Anual (RGA).

Insatisfeitos com o posicionamento do Governo do Estado, o funcionalismo cruxa os braços à partir da meia noite.  A concentração para o ato público em Cuiabá, no entanto, acontece antes, sendo programada para as 14h, em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), situado na Av. Rubens de Mendonça (CPA).

Já no interior do estao os manifestos estão sendo programados apenas nas cidades polo. “A participação dos servidores ativos, aposentados e pensionistas é primordial e imprescindível, pois todos estão sendo afetados diretamente com o pacote de medidas que se transformaram em lei e irão impactar profundamente a vida dos servidores do Poder Executivo”, frisou Oscarlino Alves, presidente do SISMA e representante do Fórum Sindical.

De acordo com ele, “serão mantidos 30% do efetivo nos serviços essenciais, e, 100% na Urgência e Emergência, nos Hospitais e Ambulatórios. Já nas unidades administrativas, a exemplo dos 16 Escritórios Regionais vão ser mantidos apenas serviços regulatórios e entrega de vacinas e termolábeis”, ponderou.

Além dos servidores da saúde, profissionais da secretaria de Educação e da secretaria de Meio Ambiente também já confirmaram a paralisação.

“Será a primeira grande paralisação de alerta contra as medidas do governo Mauro Mendes e a participação dessa categoria é fundamental”, frisou a coordenadora do Fórum Sindical, Edna Sampaio.

A intenção do funcionalismo público é chamar a atenção do Governo do Estado no que tange a falta de isonomia entre os Poderes, o não parcelamento salarial e do 13º salário, obrigatoriedade constitucional do pagamento até o dia 10 de cada mês, garantia da Revisão Geral Anual (RGA) e não ao aumento da contribuição previdenciária.

 


Fonte: MUVUCA POPULAR

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