Igreja Batista Getsemâni

Mauro Mendes assina carta e pede ajuda de Bolsonaro para pagar 13º dos servidores

Governador tem procurado formas de pagar o 13º dos servidores públicos e ultrapassar crise financeira do estado

Redação
redacaomuvuca@gmail.com

Reprodução

 

Após afirmar que não podia garantir o pagamento integral do salário dos servidores, Mauro Mendes (DEM) tem procurado outras estratégias para superar o caos econômico do estado. Mendes assinou um pedido do Fórum Nacional de Governadores para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) antecipe R$ 5,3 bilhões aos estados para que o pagamento do 13º salário dos servidores públicos seja efetuados.            

A verba é proveniente dos recursos da venda do pré-sal. Mato Grosso tem direito a apenas R$ 322,4 milhões, do montante de R$ 69,96 bilhões arrecadados pelo governo federal. Na carta, de acordo com o jornal Estadão, a carta afirma que “é de inestimável relevância para o pagamento do 13º salário dos servidores dos Estados”.  

Mato Grosso não é o único com dificuldades financeiras. Estados como Minas Gerais e Distrito Federal também concordam com os termos proposto no documento. O Fórum afirmou ainda que tem apoio da maioria dos 27 governadores.  

"O órgão ainda alegou que a antecipação não é determinante para garantir o pagamento de servidores estaduais, mas que traz um 'alívio' para fechar as contas do ano", diz trecho da reportagem do Estadão. O Ministério da Economia ainda está analisando o pedido, já que a previsão do repasse era o dia 27 de dezembro.  

Na última sexta-feira (6), Mendes afirmou que ainda não tem certeza sobre o pagamento. "Até a semana que vem temos alguns eventos que podem nos permitir dizer se será possível pagar o 13º no dia 20 ou quando poderemos pagar. Temos um planejamento para honrar os compromissos", disse. Entretanto, o governador garantiu que os salários serão pagos em parcela única na próxima terça-feira (10).  

O estado tem enfrentado uma crise econômica sem precedentes. No mês de janeiro, logo após a sua posse, o governo decretou situação de calamidade financeira, prestes a perder a capacidade de manter serviços essenciais da máquina pública. Desde então, Mauro Mendes tem procurado meios de reduzir os custos do estado, cortando cargos e funções públicas.


Fonte: MUVUCA POPULAR

Visite o website: https://muvucapopular.com.br