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Aécio diz que não há chances de Barbudo sair do PSL antes de 2022

Racha na sigla foi anunciada no início do ano

Matheus Maurício
redacaomuvuca@gmail.com

Foto: Reprodução

Desde o início deste ano há um grande comentário sobre uma possível debandada de políticos do Partido Social Liberal (PSL) no âmbito mato-grossense, sendo que um dos nomes mais ‘cotados’ a sair é o do deputado federal Nelson Barbudo, que inclusive já manifestou em público e abertamente o interesse em deixar a sigla. Como tudo na vida, há um porém, de acordo com o responsável pelo partido no Estado, Aécio Rodrigues – candidato a prefeito da Capital em 2020 – não há chances nenhuma de que Barbudo saia antes do prazo estipulado, que se refere ao mês de março de 2022.

Em entrevista concedida a reportagem de emanuelzinho, na manhã desta segunda-feira (22), o advogado citou que todos que entram para o PSL assinam um termo de ‘fidelidade’ que os impossibilita de saírem no ‘momento’ que desejam.

“Quando se filiam, aceitam todas as regras do estatuto partidário. A legislação vigente ela no momento que ele se elege, ele se filia ao partido a ficar até o final”, destacou Aécio, referindo-se a Barbudo que foi eleito pelo PSL em 2018.

O presidente da sigla em MT destacou ainda que tanto o deputado como outros parlamentares que hoje compõem a sigla estão impossibilitados de sair por conta da fidelidade partidária, que todos devem ter até o momento das próximas eleições, que estão marcadas para o ano que vem, quando começam as filiações de novos políticos para a disputa do cargos do pleito estadual. 

Aécio reiterou ainda que apenas uma carta do PSL nacional pode autorizar a saída de Barbudo, o que ele acredita que não irá acontecer.

Ainda assim, pode ser ter uma mudança na decisão desses parlamentares em relação a ‘debandada’, já que está sendo acertada uma possível volta do presidente Jair Bolsonaro (sem sigla) para o partido. Isso pode ‘segurar’ os parlamentares, mas, não há nada concreto até o momento.

Toda a situação de ‘saída’ desses deputados começou quando a sigla em âmbito nacional protocolou um pedido de impeachment contra o presidente, este que foi feito pela líder do PSL na Câmara, a deputada Joice Hasselman. Depois disso, divulgou-se uma possível ‘racha’ dentro do diretório regional e que não teve até agora o desfecho final.


Fonte: MUVUCA POPULAR

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