Falar de Júlio é fácil | MUVUCA POPULAR

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Relato de uma mato-grossense

Falar de Júlio é fácil

Relato de uma mato-grossense


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Falar do Júlio e fácil.
Minha avó, Maria Madalena de Oliveira Guarim, andava com o santinho dele de governo 82 na carteira dela.

Trabalhou na casa de mãe dele Dona Amália. Era DEUS no céu Júlio na terra.
Morava em Roo. Dr. Júlio estava entregando os núcleos CPA III e depois Tijucal.

E minha tia por parte de pai, Elisabeth Coutinho, disse: “Vocês deveriam vir pra Cuiabá”, e minha mãe respondeu: “Não, aqui fico perto da casa de minha mãe (Dona Sebastiana Cunha, mãe do jornalista B. Cunha da folha de Roo).

Minha mãe não queria vir pra Cuiabá, pois aqui nós tínhamos pra variar uma casa na Cohab popular, na brig Eduardo Gomes, em frente onde morava o pai de terginho e do lado do Pr. Sebastião da Assembleia. A casa era muito pequena eu não gostava de ir lá, pois morava com minha avó na Miranda Reis numa casa de 14 peças.
Nessa casa, os fundos saia na são Cristóvão, meu avô era fiscal e cobrava impostos no lombo do burro na região de sto Antônio, onde moravam. Ele era muito severo, e ficou conhecido como Severo Cunha.
Quando fazia reunião do grupo dele, minha tia conta que os adversários da arena passavam fazendo barulhos, depois ele também atrapalhava a dos adversários. Ele tinha um armazém na Miranda Reis (rua da caridade).

E cinta meu tio que ele passava na porta de um primo por nome de Dutra fumo bom, e dizia: “quer um fumo ai Dutra?”

As coincidências foram muitas, minha mãe estudou junto sua falecida esposa Prof Isabel Campos no colégio das irmãs DASA. Em seguida já em Roo, lecionou no Lima Cadidé e um outro la na vila operária.

Júlio Campos é um dos melhores nomes ao Senado, temos uma gratidão imensa a sua família. Penso que não é candidato, mas pode ser o senador de MT novamente.

Insistiu e viemos de passeio, na época dr Haroldo Arruda era o presidente da Cohab MT, o Júlio fazia aquelas centenas de casa dos núcleos habitacionais, ninguém do povo de Cuiabá ou VG ficava sem casa, hoje a gente vê os malas ganhado casas sem precisar.

Minha avó já havia pegado duas no CPA I para as duas tias, mas dizia “deixa eu ajuntar meu povo não quero eles longe”. Nisso foi no Júlio e pediu.

Dr Júlio disse: “calma dona Maria, não vai ficar nenhum dos filhos sem casa,
senão minha mãe me bate”, isso tudo porque minha avó trabalhou na casa deles. Ela ganhou mais 4 casas.

Na época ninguém ficava desempregado ou sem casa. Ele aposentou minha avó no Médici, colocou as tias no serviço público na secretaria de saúde do Estado, e o Jayme depois aposentou elas. Dr. Júlio Campos é um tipo de gente que ajudou muita gente. Na época não tinha frescura ou miséria.

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COMENTÁRIOS

(2) COMENTÁRIOS

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Pedro - 27-01-2020 15:12:15

Era um cabide de emprego desleal, estado inchado, uns com muitos e outros quase com nada, foi uma era dos pucha sacos.

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Mixtense - 27-01-2020 08:16:16

História muito linda... Mas hoje está aí o rombo na previdência do estado. Um dia todos aposentaria.

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2 comentários

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