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Renúncia de Myriam Serra é uma incógnita

UFMT pode sofrer ação interventora de Bolsonaro

Renúncia de Myriam Serra é uma incógnita


redacaomuvuca@gmail.com

Foto: Reprodução

A renúncia da reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Myriam Serra, na última sexta (21), pegou todos de surpresa. Sob a alegação de “motivos pessoais”, a saída da professora deixa uma grande incógnita sobre o futuro da instituição. Qual será o futuro da UFMT? No final das contas, a universidade pode sofrer uma ação interventora. A renúncia da reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Myriam Serra, na última sexta (21), pegou todos de surpresa. Sob a alegação de “motivos pessoais”, a saída da professora deixa uma grande incógnita sobre o futuro da instituição. Qual será o futuro da UFMT? No final das contas, a universidade pode sofrer uma ação interventora.

Desde que tomou posse em 2019, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem interferido no processo democrático das reitorias e preferido ações interventoras, em vez do voto dos universitários. Até mesmo o deputado estadual Valdir Barranco (PT) declarou que a reitora da UFMT sofria constante perseguição do governo de Bolsonaro (veja aqui).       

Após quatro anos conturbados dentro da instituição, o nome da Myriam já foi motivos para embates no alto escalão do Ministério da Educação (MEC) envolvendo as contas públicas da UFMT. A repentina renúncia deixa brechas para que o governo federal interfira no mais alto cargo da maior universidade de Mato Grosso.     

O desejo do Conselho Diretor da UFMT é que permaneça no cargo o vice-reitor, o professor Evandro Aparecido Soares da Silva. Entretanto, a instituição ainda não confirmou a sua posse oficial.

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COMENTÁRIOS

(2) COMENTÁRIOS

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Carlos Nunes - 24-02-2020 17:28:50

Agora BOLSONARO tem que aproveitar a oportunidade e abrir a CAIXA PRETA da UFMT. Fazer rapidamente uma Auditoria pente fino abrangente. Tem certas coisas irregulares nessa UFMT. Algumas tão na vista e só não vê quem não quer. Até o momento ninguém engoliu POR QUE inventaram de construir o Novo Hospital Júlio Muller, a caminho de Santo Antônio...longe pra burro. De quem será que era esse terreno? Quem lucrou com isso? Os pobres já tem dificuldade até de ir no Júlio Muller aqui próximo à Av. do CPA, imagine na estrada de Santo Antônio. Dona Maria, pobrezinha, que mora na periferia, quantos ônibus vai ter que pegar pra chegar no Novo Hospital? Quem escolheu essa localização, na certa não gosta de pobre? Tá tudo errado...outro exemplo, é que esse Hospital é Universitário, tem o objetivo de formar novos profissionais da Saúde pela UFMT, devia ser financiado exclusivamente pela esfera federal (Ministérios da Educação e da Saúde)...POR QUE o governo de Mato Grosso quis entrar com contrapartida? Numa época que nem tinha dinheiro pra manter o que já possuía no território estadual. Não devia entrar com contrapartida nenhuma. O primo rico é a federação...o Estado é o primo pobre. Devia pegar esse dinheiro da contrapartida e fortalecer a Saúde nos 141 municípios.

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alexandre - 24-02-2020 12:10:20

Tem que definir prioridades, não dá pra gastar em passagens aereas, quando não se tem pra pagar a conta de luz e segurança...

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2 comentários

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Reinaldo Morais (PSC)

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