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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2020

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CPI DOS CONSIGNADOS

CPI ouve representantes bancários

Diretor e superintendente bancário negaram privilégios no acesso do banco aos dados dos servidores públicos

Nesta quarta-feira (04), após as das denúncias feitas por representantes dos sindicatos estaduais da Saúde e Educação em relação a assédio por parte de bancos, diretor e superintendente das instituições financeiras compareceram à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Consignados, e negaram privilégios no acesso do banco aos dados dos servidores públicos.

Segundo o diretor do Banco Daycoval, Nilo Carvazan, o banco só possui acesso ao cadastro do servidor que contratou empréstimo. Ainda segundo ele, os dados são passados por meio da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), uma processadora ligada à Secretaria de Estado de Gestão (Seges-MT).

No entanto ao ser questionado pelo presidente da CPI, o deputado Guilherme Maluf (PSDB), como seria feita a contratação de empréstimo, Carvazan, afirmou que a formalização do contrato tem que ser pessoalmente, mas a oferta de serviço é realizada via telefone.

“Contratação exclusivamente por telefone não existe, o que pode acontecer é um contato telefônico com os nossos clientes, onde se oferta o auxílio financeiro; caso ele aceite, é convidado a aparecer em uma das nossas agências e formaliza o contrato, a ficha cadastral”, disse o diretor.

O diretor do banco ressaltou ainda que existe um limite máximo de comprometimento da renda do servidor, que é controlado pela empresa processadora, a CIP. “Você não consegue ultrapassar o comprometimento máximo de 30% da renda líquida do servidor”, completou.

Nilo destaca que hoje, em Mato Grosso, existem 22 mil contratos ativos de empréstimos, sendo três mil de cartão de crédito consignado.
O diretor jurídico do Banco Olé, Álvaro Alexis Loureiro Junior, também reafirmou que a contratação de empréstimos não é formalizada por telefone e negou que o banco tenha privilégios ao acesso dos dados dos servidores.

Sobre acusações de falsificações em assinaturas em alguns contratos ou denúncias de fraudes na contratação de serviços, levantadas por representantes dos sindicatos estaduais da Saúde e Educação, Loureiro disse que não tem conhecimento dessas possíveis práticas envolvendo a Olé.

“A Olé tem compromisso como crédito consciente e bem concedido. O nosso volume de queixas em relação é muito baixa para eu dar um dado específico. Estamos em Mato Grosso desde 2015 e tivemos nesse período 149 alegações de não contratações. Dessas 149, só duas se confirmaram como problema de não contratação, e houve alguma falha no processo de venda”, afirmou.

Ainda conforme Álvaro, hoje, a Olé possui 170 mil contratos ativos no Estado, sendo 20 mil de cartão de crédito consignado.

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