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Caso Samuel

Angústia e esperança marcam vida de família de Samuel

No dia 20 de outubro, Samuel saiu da casa da avó para visitar um amigo.

Reprodução Montagem

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Há 54 dias sem notícias sobre o paradeiro de Samuel Victor da Silva Gomes Carvalho, seus familiares ainda têm esperanças de encontrá-lo com vida. A espera, contudo, é marcada pela angústia. Sua avó, a diarista Lucineide Silva, com quem o menino morava em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), desenvolveu problemas para dormir e para comer.

Na (11), mãe de Samuel, a dona de casa Anelice da Silva Gomes, conversou com a reportagem. Em sua concepção, ele foi sequestrado, mas a pessoa está cuidando do menino. "Eles (Polícia Civil) falam que vai ter novidade logo, que é para gente esperar, então estamos esperando".

"Eu estou esperançosa, não pode perder a esperança não. Agora eu tive a neném vai fazer uma semana amanhã. Eu tenho que ficar tranquila para eu poder cuidar dessa outra e do meu outro filho que tenho também. Tenho 4 filhos, contando com o Samuel", explicou.

Conforme seu relato, ainda, não existe a possibilidade do menino ter sido raptado pela família do pai, morto há 5 anos. A avó mora em Boa Vista, em Roraima, mas não sabia da existência do neto. Investigadores da polícia teriam ido até o local, mas constataram que a avó não tem envolvimento com o desaparecimento de Samuel.

Anelice afirmou que mora no mesmo bairro no município do interior há pelo menos 13 anos e não tem nenhuma inimizade. Por isso, não consegue imaginar o paradeiro de seu filho. Uma das possibilidades é dele ter sido levado por alguém que já o observava há algum tempo.

"Ninguém nunca reclamou da gente. Agora é acreditar que ele vai voltar logo. Eu creio que alguém pegou ele porque ele vivia na rua, brincando. Então acho que alguém já estava cuidando ele na rua", disse.

O caso

Era um domingo, no dia 20 de outubro, quando Samuel saiu da casa da avó, Lucineide Silva, com quem morava, para visitar um amigo. Apesar da pouca idade, era comum que a criança brincasse sozinho pela vizinhança, onde era conhecido por todos os moradores.

Lucineide sentiu a falta da criança quando estranhou que ele não tivesse voltado para casa muito tempo depois de sua saída, quando já quase anoitecia. Foi registrado, então, um boletim de ocorrência e, assim, começava a busca pelo seu paradeiro.

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