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POLÍTICA Sexta-feira, 15 de Março de 2019, 17h:45 | - A | + A




Violência extrema

Flávio Bolsonaro apresenta seu primeiro projeto ao senado

Filho do presidente propõe que o Brasil produza seus próprios instrumentos de guerra.

Por: Redação

 

O senador do Estado do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PSL), apresentou nesta semana seu primeiro projeto enquanto representante federal. A proposta do filho do presidente consiste na autorização de fábricas de armas e munições, para que o Brasil consiga produzir seus próprios instrumentos de ataque.

Na mesma semana em que Flávio exibiu seu projeto, a tragédia na cidade de Suzano (SP) aconteceu. A escola que foi invadida à tiros por ex-alunos, trouxeram um total de 8 vítimas, o caso foi considerado um dos maiores do país. Além da grande repercusão, o assunto levantou diversas diversas discussões, onde para muitos, uma das motivações para o massacre, foi a naturalização da violência que perpassa atualmente pelo país.

O filho de Bolsonaro terá que ser determinado, caso queira que sua proposta seja aprovada, já que hoje, existe uma lei que proíbe o funcionamento de fábricas destinadas a produções de armas e munições em solos brasileiros. Contudo, o senador encaminhou sua proposta para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, nesta quarta-feira (15), conforme foi registrado no sistema do Senado.

Para argumentar a seu favor, Flávio explicou que a lei é antiga e que não cabe mais para a sociedade. O parlamentar também tentou utilizar as forças armadas brasileiras, pois segundo ele, é necessário recursos próprios.

“Apresentamos este projeto com o objetivo de resgatar o livre exercício dos direitos e simplificar o arcabouço normativo concernente à matéria, facilitando a sua interpretação e aplicação por parte das autoridades constituídas, em especial o Exército Brasileiro, a Polícia Federal e as Secretarias de Segurança Pública, bem como corrigindo distorções existentes na lei atualmente em vigor", argumentou.

A questão do armamento é uma pauta é defendida pela da família Bolsonaro desde o início das suas campanhas. Exemplo disso, é a medida que o presidente Jair Bolsonaro tomou em editar um decreto facilitando o porte de armas para a sociedade civil, o que foi uma de suas maiores promessas em campanha.

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COMENTÁRIOS

(5) COMENTÁRIOS

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Luiz - 17-03-2019 19:54:18

É a única coisa de bom que esses lunáticos tem para apresentar, pois suas mentes sofre de bloqueio intelectual, como justificar para seus fiéis seguidores, e colaboradores essa deficiência, como é o legítimo representante da bancada da bala, do boi, dos crentes, das forças de segurança, dos engnorrantes. a sede por matança e ódio, precoceitoe racismo é a objeção como palavra de ordem, resto é coisa do satanás. É só piada

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Antonio - 17-03-2019 06:41:05

O governo Bolsonaro não é diferente de nenhum governo anterior. Não tem capacidade de governar e usa o toma-lá dá cá. Também povoado de histórias de corrupção, como por exemplo, seus diversos ministros envolvidos em falcatruas: General Heleno (Segurança Institucional – fraude licitações), Onyx Lorenzoni (Casa Civil – delatado JBS), Paulo Guedes (Economia – fraudes operação greenfield), Luiz Henrique Mandetta (Saúde – fraude licitação, caixa 2 e candidaturas laranjas), Tereza Cristina (Agricultura – delatada JBS), Ricardo Salles (Meio Ambiente – condenado), Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos – irregularidades ONG Atini e sequestro da menor índia Lulu), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia – empresa de fachada), Marcelo Álvaro Antonio (Turismo – fraudes INSS, Banco do Brasil e Laranjas), Gustavo Bebianno (Secretário Geral do Planalto - com várias candidaturas laranjas de caixa 2 e desvio de dinheiro público). Além dos DEZ ministros comprovadamente envolvidos em irregularidades e ainda tem: o movimento inexplicado de R$ 1,2 milhão pelo Fabrício Queiroz (ex-assessor do gabinete) que realizou de dezenas de depósitos em dinheiro na conta de Flávio Bolsonaro que até pagou um título de R$1 milhão de reais e ainda comprou R$4,2 milhões em imóveis para lavar propina; além disso o Flávio Bolsonaro mantém a Evelyn Queiroz como funcionária fantasma no seu gabinete na ALERJ e está envolvido 42 candidaturas laranjas por meio da empresa da sua assessora pessoal Alexandra Pereira. Ainda tem os cheques de Flávio Bolsonaro assinados pela senhor Valdenice Oliveira (mãe de miliciano fugido da justiça) que cuidou do financeiro da campanha Flávio Bolsonaro e cujo filho está envolvido com as investigações da morte da vereadora carioca Marielle. Não se esqueça que também tem o Luciano Bivar da direção do PSL envolvido com diversas candidaturas laranja para caixa 2 e desvio de recursos públicos. Não se esqueça do lider do governo no Senado, o senador Fernando Bezerra, envolvido em diversos inquéritos e processos criminais por uso irregularidades na aplicação de dinheiro público. O presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre é o protegido do governo Bolsonaro que ocultou e sonegou imóveis da justiça eleitoral, para simular que é pobre. Ainda mais, a primeira dama, Michelle Bolsonaro recebeu um depósito inexplicável de R$24 mil, de um empréstimo que não se consegue comprovar nada. A primeira dama, Michele Bolsonaro, é omissa na defesa da mulher e da criança, sendo conivente com a explosão de violência contra mulher que os Bolsonaros fizeram explodir no Brasil ao confrontar direitos femininos.

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Aldo - 16-03-2019 18:59:35

Precisamos de projetos que tragam paz só povo brasileiro. Mais armas mais violência. O Brasil de empregos e não de armas.

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romero - 15-03-2019 20:03:32

Sai a Ford , GM e Volkswagen ; para entrar a Taurus. , Glock e fuzis alemão

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guilhermina - 15-03-2019 19:18:15

projeto sem ser para a população

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5 comentários

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