Número de mortes de indígenas em governo Bolsonaro é o maior em 11 anos | MUVUCA POPULAR

Sábado, 25 de Janeiro de 2020

POLÍTICA Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019, 09h:25 | - A | + A




Dados CPT

Número de mortes de indígenas em governo Bolsonaro é o maior em 11 anos

Segundo levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), foram 7 mortes em 2019, contra 2 em 2018

 Foto: reprodução 

Dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT) divulgados na segunda-feira (9) mostram que o número de lideranças indígenas assassinadas em conflitos de terra durante o primeiro ano do governo do presidente Jair Bolsonaro foi o maior em pelo menos 11 anos. Segundo o levantamento, foram 7 mortes em 2019, contra 2 mortes em 2018.

“Nós vivemos um momento em que o Estado é o agente promotor das agressões. Com todo esse momento político que a gente vive, os responsáveis pelas violências decidiram que esses povos indígenas não têm direitos e que têm que ser eliminados. Com isso, a gente está vendo um massacre”, conta Paulo César Moreira, coordenador nacional da CPT, em entrevista a Patrícia Figueiredo, do G1.

Apenas no último fim de semana, três lideranças indígenas foram mortas no país. Dois dos assassinatos aconteceram no sábado (7), quando homens dentro de um carro atiraram contra indígenas Guajajara na estrada BR-226, que corta as aldeias El Betel e Boa Vista, no Maranhão. O atentado tirou a vida de Firmino Prexede Guajajara, que morreu na hora, e Raimundo Belnício Guajajara.

Ainda, em Manaus, o indígena Humberto Peixoto Lemos, do povo Tuyuca, morreu no hospital após ser agredido a pauladas na segunda-feira (2).

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COMENTÁRIOS

(3) COMENTÁRIOS

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ol - 10-12-2019 17:32:29

LAVA JATO NAS RUAS Brasil 10 de dezembro de 2019 A PF está nas ruas para cumprir 47 mandados de busca e apreensão. Essa nova fase da Lava Jato apura crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência envolvendo contratos de operadoras de telefonia, internet e TV por assinatura que atuam no Brasil e no exterior. Segundo a PF, os repasses para uma das empresas teriam chegado a R$ 193 milhões entre 2005 e 2016. Cerca de 200 policiais, além de fiscais da Receita, participam das ações em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e no Distrito Federal. A ação é um desdobramento da 24ª etapa da Lava Jato, a Aletheia, que fisgou Lula em 2016. LAVA JATO NAS RUAS TRF-4 monta trincheira

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Zeca - 10-12-2019 17:15:34

A MULA GARBOSA _- jose a. silva - aqui na inter é um valentinho !!! Fora ,veste baby-doll e solta a franga !!!

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jose a silva - 10-12-2019 15:10:07

Só sete? Mas tá muito pouco! Esse povo tá mole demais!

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3 comentários

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