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POLÍTICA Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2020, 18h:42 | - A | + A




UFMT

Petista diz que reitora renunciou cargo após ser perseguida por Bolsonaro

Deputado Valdir Barranco lamentou a saída de Myrian Serra da UFMT


redacaomuvuca@gmail.com

Fablicio Rodrigues/ALMT

Valdir Barranco

Deputado Estadual - Valdir Barranco (PT) I Foto: Reprodução

O Presidente do Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso, deputado estadual Valdir Barranco lamentou a renúncia anunciada pela reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Myrian Serra nesta sexta-feira (21). O petista saiu em sua defesa, afirmando que ela estava sendo perseguida pelo Governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Em uma nota publicada em suas redes sociais, o parlamentar recordou os problemas que a UFMT teve com o Governo Federal no ano passado. Valdir disse ter ficado preocupado com o que motivou a renúncia da reitora que foi eleita de forma democrática pela maioria dos votos e tinha o direito de cumprir o seu mandato até o fim deste ano.

“É com preocupação que recebo a notícia da renúncia da professora Myrian Serra do cargo de reitora da UFMT. Professora Miriam foi eleita num processo de lisura e de democracia plena e vinha sofrendo perseguição política desde o início do governo de Jair Bolsonaro. À ela nosso absoluto respeito e solidariedade. Ficaremos atentos”, disse o deputado em nota emitida nesta tarde.

A reitora anunciou que irá renunciar do cargo no 2 de março, após o feriado de carnaval. Com a decisão, o vice-reitor Evandro Aparecido Soares da Silva deve assumir a função. O anúncio foi feito por meio de um ofício enviado ao presidente da Associação Nacional do Dirigentes das Intuições Federais de Ensino Superior (ANDIFES), João Carlos Salles Pires da Silva, Myrian informa os motivos que a levaram a deixar o cargo.

"Por razões de cunho pessoal, comunico a minha renúncia ao Cargo de Reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a partir de 02 de março de 2020", disse.

Myrian esteve na gestão durante uma das maiores crises financeiras da Universidade. A energia elétrica chegou a ser cortada por falta de pagamento em julho do ano passado, nos cinco campi que compõem a Universidade (Cuiabá, Várzea Grande, Araguaia, Rondonópolis e Sinop), além da Base de Pesquisa do Pantanal e Casa do Estudante.

Ao todo, seis contas deveriam ser pagas para a Concessionária Energisa. O valor aproximado da dívida era de aproximadamente R$ 4,5 milhões. Na época, a dívida da Universidade chegava a R$ R$ 1,8 bilhão.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, após tomar conhecimento do desligamento de energia elétrica, anunciou que iria tomar as medidas cabíveis tanto administrativas como judiciais para a responsabilização dos envolvidos pela má gestão na unidade.

No mês de julho do ano passado o deputado federal José Medeiros (Pode) enviou um ofício ao Ministério da Educação (MEC) pedindo uma auditoria na UFMT e o afastamento imediato de Myriam até que as investigações estejam concluídas.

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COMENTÁRIOS

(7) COMENTÁRIOS

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Ze - 23-02-2020 11:03:57

Tadeu Cotta, mula é ex-presidiário. Pelo visto, essa senhora vai receber logo logo a pf em casa. Chora mais petebadas! KKK!!!,

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Tadeu Cotta - 23-02-2020 00:37:29

Renunciar é um ato de covardia política... O melhor é ficar e resistir, tal como fez o Lula. Será que o belo exemplo de coragem política e pessoal dele não serviu para nada?

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Carlos - 22-02-2020 21:26:15

Tem uma matéria em outro site que um professor disse que é má gestão, rebate esse Deputado peteba, será que o professor tem razão????

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olavo - 22-02-2020 14:14:49

Tchau querida já foi tarde...

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Carlos Silva - 22-02-2020 08:59:25

Deveria ter renunciado a mais tempo, afundou administrativamente uma instituição renomada e de respeito como é a UFMT, por vaidade, se apegando ao cargo para promoção pessoal. Agora alega razões pessoais para sair, seria de uma grandeza se tivesse saído logo quando passou por uma situação de saúde muito difícil no início da gestão. Sair agora depois de tantos desmandos e equívocos administrativos, é sinal de fraqueza, a menos de 6 meses para entregar o cargo. Boa sorte a UFMT, que tenham uma escolha melhor pro próximo dirigente.

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Carlos - 22-02-2020 09:11:44

Tomara que seja um General

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alexandre - 21-02-2020 19:28:43

O HVET foi arrombado péla 3 vez, conta de luz atrasada a 6 meses e a culpa é dos outros ?, a UFMT tem o segundo maior orçamento do Estado.. tem que administrar.

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7 comentários

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