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Sábado, 19 de Junho de 2021

POLÍTICA Segunda-feira, 17 de Maio de 2021, 13h:23 | - A | + A




Irregularidades

Sindicato promete entrar na Justiça contra processo seletivo da Seplag

Salários de seletivo vão de R$ 4.358,71 a R$ 10 mil


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O Sindicato dos Profissionais da Área meio do Governo (Sinpaig) promete entrar na Justiça contra edital que prevê processo seletivo de cadastro reserva para analistas na área da tecnologia da informação para a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag).

De acordo com o sindicato, tais contratações devem ser feitas apenas em caráter excepcional. Lembrando que a regra de contratação no serviço público ainda é por meio de concurso.

“Como se sabe, o processo seletivo não é concurso público, pois não são realizadas provas que testam as habilidades e o conhecimento dos candidatos, ou seja, a seleção se dá apenas pela análise de títulos e experiência profissional do inscrito. Tais contratações devem ser feitas apenas em caráter excepcional, pois a regra de contratação no serviço público ainda é por meio de concurso”, escreveu o sindicato em nota.

Segundo o edital, divulgado no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 11, os salários vão de R$ 4.358,71 a R$ 10 mil.

Sendo o processo seletivo para profissionais que vão trabalhar em Cuiabá nas funções de Analista - perfil Tecnologia da Informação de nível Pleno, Analista - perfil Tecnologia da Informação de nível Sênior, Analista - perfil contador e Analista - perfil médico.

Diante da situação, o sindicato, que é presidido por Edmundo César, apresentou ofício ao Secretário Basílio da SEPLAG, solicitando uma gama de informações, por suspeitar que o certame não cumpriu exigências estabelecidas em lei.

O presidente contesta, por exemplo, a quantidade de contratados que não estaria expressa no edital, a indicação de dotação orçamentária específica, entre outros pontos que sua entidade entende serem fundamentais antes de qualquer contratação temporária.

“O governo reclama de um tal déficit na previdência, mas quando faz esse tipo de contratação só prejudica nosso fundo de previdência, pois esse tipo de profissional temporário desconta para o INSS e não para nosso MT PREV. Nossa categoria está com defasagem de mais de 600 profissionais e não se faz concursos, aí vem com esse tipo de contratação que beneficia o apadrinhamento político? Não aceitaremos, se preciso iremos representar ao TCE, MPE e estamos avaliando ingressar com medidas judiciais também. Não pagam RGA que nos devem que soma mais de 20% de perdas, mas ficam fazendo cortesia com chapéu alheio? Não é justo”, finaliza o presidente.

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COMENTÁRIOS

(1) COMENTÁRIOS

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CIDADÃO BRANCO E DECENTE - 17-05-2021 13:46:06

O que mais infecta o serviço público são os malditos comissionados indicados políticos.

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