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POLÍTICA Quinta-feira, 02 de Abril de 2020, 17h:15 | - A | + A




Crise do Coronavírus

"Temos um problema imediato que é pagar funcionários", presidente da ABEOC

Até o momento cerca de R$ 80 bilhões foram perdidos


redacaomuvuca@gmail.com

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 Foto: Reprodução/Internet

O mercado de eventos em âmbito nacional vem buscando uma saída para enfrentar a crise causada pela pandemia do Covid-19. De acordo com pesquisas, 78% dos brasileiros que atendem o ramo pretendiam aumentar a demanda do serviço neste ano.

No entanto, o que todos não esperavam era uma das maiores crises que o mundo poderia enfrentar ir se aproximando cada vez mais.

A presidente da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC – Brasil), Fátima Facuri, diz que o setor está se articulando para não só buscar soluções de imediato, mas também para o futuro.

“Temos um problema imediato que é pagar funcionários, fornecedores, negociar contratos. Quanto a isso estamos aguardando retorno às nossas solicitações, bem recebidas pelas autoridades, mas ainda sem respostas efetivas”, disse.

Toda uma engrenagem é embalada pelos eventos, setores como: segurança, marketing, transporte, logística, hospedagem, alimentação, infraestrutura e outras dezenas que nesse momento estão paralisadas.

Segundo a presidente, a ABEOC está buscando em meio às adversidades um plano para o futuro, ainda que seja incerto.

“É o amanhã. Mesmo que ainda imprecisos, os panoramas são pouco favoráveis, mas é preciso aprender com a adversidade”, recomendou a presidente, “e o setor vem debatendo, buscando saídas, revendo conceitos”.

Conforme o calendário de Feiras do Brasil, estavam previstos 1400 eventos até julho, podendo cada um deles gerar de 10 a 400 empregos direto e indiretos. As perdas na economia até agora giram em R$ 80 bilhões.

Foram enviados pleitos às autoridades, entre elas, o ministro da economia, Paulo Guedes. São reivindicadas medidas emergenciais, como o diferimento tributário (ICMS e ISS); linhas de crédito em bancos oficiais; suspensão de qualquer ação fiscalizadora; e um regime excepcional simplificado de lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho por falta de recursos financeiros) para empresas que apresentem uma queda de 40% na receita.  

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